
162 milímetros em poucas horas foram responsáveis pela destruição no Crato, a 504,4 km da capital. O Diário do Nordeste descreve as condições que foi encontrada a cidade.
Às 5h desta sexta (28) ainda chovia no Crato. Nas ruas, os moradores ainda estavam assustados com a violência da água, vinda do canal do rio Granjeiro.
Árvores, postes e paredes de várias casas da periferia foram engolidos por uma cratera aberta pela força da chuva às margens do rio.
O escritório do Departamento de Edificações e Rodovias (DER) ficou alagado. Equipamentos e documentos ficaram encharcados. Carros e motos foram arrastados pela la
O comércio está parcialmente fechado. Segundo os moradores, várias lojas foram saqueadas e policiais fazem ronda no Centro numa tentativa de garantir a segurança.
No final da manhã, com a trégua da chuva, os moradores se revezavam em uma força tarefa para limpar as ruas e as casas das cidades. Em algumas residências a quantidade de lama e entulho era tão grande que foi preciso usar baldes na retirada.
Às 5h desta sexta (28) ainda chovia no Crato. Nas ruas, os moradores ainda estavam assustados com a violência da água, vinda do canal do rio Granjeiro.
Árvores, postes e paredes de várias casas da periferia foram engolidos por uma cratera aberta pela força da chuva às margens do rio.
O escritório do Departamento de Edificações e Rodovias (DER) ficou alagado. Equipamentos e documentos ficaram encharcados. Carros e motos foram arrastados pela la
O comércio está parcialmente fechado. Segundo os moradores, várias lojas foram saqueadas e policiais fazem ronda no Centro numa tentativa de garantir a segurança.
No final da manhã, com a trégua da chuva, os moradores se revezavam em uma força tarefa para limpar as ruas e as casas das cidades. Em algumas residências a quantidade de lama e entulho era tão grande que foi preciso usar baldes na retirada.
Fonte: Diário do Nordeste
Centro de Crato dia 28/01/2011
Vídeo Gravado por um morador


