Três pessoas são presas por furto de energia após Enel encontrar 'gambiarras' em imóveis de Fortaleza

 




Uma operação realizada pela Enel Distribuição Ceará identificou ligações clandestinas de energia elétrica em mais de 60 imóveis no bairro Passaré, em Fortaleza. Durante a fiscalização, que contou com apoio das forças de segurança, três pessoas foram presas em flagrante pelo crime de furto de energia. As irregularidades foram encontradas em imóveis residenciais e comerciais e, após a regularização da rede, a distribuidora recolheu 11,4 quilos de cabos utilizados nas ligações ilegais.

A ação faz parte das operações de rotina realizadas pela concessionária para combater fraudes no sistema elétrico, reduzir riscos de acidentes e preservar a qualidade do fornecimento de energia para os consumidores.

Operação da Enel identifica furto de energia em mais de 60 imóveis

Segundo a Enel Ceará, a fiscalização ocorreu no bairro Passaré e teve como resultado a identificação de irregularidades em mais de 60 imóveis. As equipes técnicas encontraram ligações clandestinas que desviavam energia da rede de distribuição sem medição ou autorização da concessionária.

Durante a operação, os responsáveis por duas residências e por um estabelecimento comercial foram conduzidos ao 16º Distrito Policial. Os três acabaram presos em flagrante pelo crime de furto de energia.

Após a retirada das ligações irregulares, a distribuidora recolheu 11,4 quilos de cabos que eram utilizados para fazer as conexões clandestinas na rede elétrica.

A concessionária não informou há quanto tempo as irregularidades existiam nem estimou o volume de energia desviado pelos imóveis fiscalizados.

Três pessoas foram presas em flagrante durante a fiscalização

As ações de combate ao furto de energia fazem parte de um trabalho permanente desenvolvido pela Enel em parceria com os órgãos de segurança pública. De acordo com a empresa, as inspeções são realizadas com base em análises técnicas que identificam indícios de irregularidades no consumo de energia.

Além das vistorias em imóveis, a distribuidora também realiza fiscalizações em sucatas e estabelecimentos de reciclagem para identificar materiais que possam ter sido furtados da rede elétrica.

Conforme balanço divulgado pela Enel, 162 pessoas já foram presas por furto de energia no Ceará somente neste ano, em decorrência de operações semelhantes realizadas em diferentes municípios do estado.

Furto de energia é crime e pode comprometer o fornecimento elétrico

A distribuidora alerta que o furto de energia, popularmente conhecido como "gato" ou gambiarra, é crime previsto no Código Penal e pode resultar em pena de um a oito anos de reclusão, além das demais sanções previstas na legislação.

Além das consequências legais, as ligações clandestinas representam riscos para quem manipula a rede elétrica e para toda a vizinhança. Segundo a Enel, esse tipo de fraude pode provocar sobrecarga no sistema, curtos-circuitos, interrupções no fornecimento e até acidentes com choque elétrico e incêndios.

Outro impacto apontado pela concessionária é o prejuízo coletivo causado pelo desvio de energia. Parte das perdas provocadas por furtos acaba sendo considerada nos custos do sistema elétrico, afetando os demais consumidores.

Para identificar esse tipo de irregularidade, a empresa informa que utiliza monitoramento diário do consumo de energia, cruzamento de dados e inspeções em campo realizadas por equipes técnicas em diversas regiões do Ceará.

A Enel também orienta que casos suspeitos de furto de energia podem ser denunciados pelos consumidores por meio da Central de Relacionamento, no telefone 0800 285 0196, que funciona 24 horas por dia.



(GC+)

Decon multa empresas de telefonia e internet em R$ 1,4 milhão por práticas abusivas no Ceará

 





O Programa Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor (Decon), órgão vinculado ao Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE), aplicou R$ 1.441.668,00 em multas a empresas de telefonia e internet após identificar práticas consideradas abusivas contra consumidores cearenses. As penalidades resultam de 37 decisões administrativas proferidas durante o mês de julho, com base em reclamações apresentadas ao órgão.

As sanções atingem empresas que atuam no setor de telecomunicações e têm como objetivo responsabilizar os fornecedores pelas irregularidades constatadas nos processos administrativos, além de desestimular a repetição de condutas que desrespeitam os direitos dos consumidores. Entre as empresas multadas estão Vivo, Claro, TIM, Brisanet, Alares, Multiplay, Nio, Algar e outras prestadoras de serviços de telefonia e internet que operam no Ceará.

Decon multa empresas de telefonia e internet por práticas abusivas

Segundo o Decon, a análise das reclamações revelou falhas recorrentes na prestação dos serviços e no atendimento aos consumidores. As decisões administrativas apontam que diversas práticas infringem normas previstas no Código de Defesa do Consumidor.

Entre as principais irregularidades identificadas pelo órgão estão:

  1. cobranças indevidas;
  2. descumprimento de ofertas anunciadas;
  3. bloqueio indevido de linhas telefônicas;
  4. cancelamento irregular de serviços;
  5. interrupções na prestação de telefonia e internet;
  6. falhas nos processos de portabilidade numérica;
  7. alteração unilateral de planos sem autorização do consumidor.

De acordo com o Decon, essas práticas prejudicam o acesso dos clientes aos serviços contratados e comprometem a relação de confiança entre consumidores e fornecedores.



(GC+)

Pai teria fingido chorar em enterro após matar filho por dívida


 


Após a prisão de Ozanan Ricardo Machado, de 59 anos, suspeito de envolvimento no assassinato do próprio filho, Thaliton Henrique Dias Machado, por conta de uma dívida de R$ 50 mil, começou a circular nas redes sociais uma foto do pai da vítima supostamente fingindo chorar durante o enterro do filho.

A morte ocorreu em 23 de dezembro, em uma fazenda de Trindade (GO). Além de Ozanan, também foram presos a madrasta da vítima, Simona Viana Silva, e o irmão dela, Wanderson da Silva.

Ainda durante o velório, Ozanan, que aparece abraçando o filho, teria confessado o crime ao cunhado. Em um áudio que teria sido entregue à polícia, o pai de Thaliton afirma que pretendia matar a atual companheira e o irmão dela, Wanderson, com o objetivo de “apagar os vestígios”, eliminando quem saberia de seu envolvimento no crime.

Outra novidade do caso é que, segundo a Polícia Civil de Goiás, Ozanan Machado também passou a ser investigado pela morte de sua primeira esposa, Aparecida Almeida Dias, ocorrida há cerca de 20 anos, em Pires do Rio (GO). O caso segue em apuração.

Os investigados foram presos na terça-feira (4/8), em Senador Canedo, na Região Metropolitana de Goiânia. Conforme divulgou a corporação, Wanderson confessou ter sido o autor dos disparos que mataram Thaliton.

Morto a tiros em fazenda

O jovem trabalhava como chacareiro e foi surpreendido por tiros quando se dirigiu à horta da propriedade. Ele morreu no local.

Na época do crime, Ozanan afirmou à polícia que o filho tinha desavenças com diversas pessoas. No entanto, essa linha de investigação foi descartada, e os policiais passaram a apurar a possível participação do próprio pai no homicídio. Segundo a investigação, Ozanan e a esposa, Simona, planejavam fugir após o assassinato.



(Metrópoles)

Homem suspeito de furtar mochila é perseguido e agredido na Beira Mar, em Fortaleza




 Um homem suspeito de furtar uma mochila no calçadão da Avenida Beira-Mar, em Fortaleza, foi perseguido e agredido por populares durante uma tentativa de fuga. O caso aconteceu após o suspeito ser alcançado na Avenida Abolição, no bairro Meireles.

Segundo informações repassadas no local à equipe de reportagem da TV Cidade Fortaleza, o homem teria cometido o furto acompanhado de um comparsa. A dupla teria abordado uma pessoa que estava sentada em um banco na Avenida Beira-Mar e levado uma mochila com pertences pessoais.

Após a ação, os dois suspeitos fugiram. Durante o trajeto, a mochila teria sido abandonada pelo homem perseguido, mas ele continuou sendo acompanhado por pessoas que estavam nas proximidades.

O suspeito percorreu cerca de três quarteirões até ser alcançado na Avenida Abolição. Imagens registradas no local mostram o homem já contido por populares e sendo agredido.

O comparsa teria conseguido fugir em direção ao Farol do bairro Vicente Pinzón. Até o momento, não há informações sobre a identificação dele.

Outros casos de tentativa de linchamento foram registrados em Fortaleza

Além do caso envolvendo o suspeito de furto na Avenida Beira-Mar, outras ocorrências de reação popular contra suspeitos de crimes foram registradas recentemente em Fortaleza.

No bairro Aerolândia, uma tentativa de linchamento aconteceu após moradores reagirem a um assalto contra uma mulher. A situação ocorreu na Rua Capitão Olavo. Conforme relatos repassados no local à equipe de reportagem da TV Cidade Fortaleza, o suspeito teria abordado duas mulheres, entre elas uma idosa. Após uma das vítimas pedir ajuda, moradores conseguiram deter o homem.

Durante a contenção, o suspeito passou a ser agredido por populares. A situação foi interrompida após a chegada da equipe de reportagem, que registrava a ocorrência e interveio para evitar o agravamento das agressões.

Após a chegada da polícia, o homem foi conduzido para os procedimentos cabíveis. Uma faca apontada como a arma utilizada no crime foi apreendida.

A ocorrência deverá ser investigada pelas autoridades para esclarecer as circunstâncias do assalto e a participação do suspeito.

Homem é resgatado pela PM após agressões no Oitão Preto

Outro caso ocorreu no fim de julho, na comunidade do Oitão Preto, no bairro Jacarecanga, em Fortaleza. Um homem foi resgatado por equipes do 5º Batalhão da Polícia Militar após ser cercado por moradores e sofrer agressões durante uma tentativa de linchamento.

Segundo informações iniciais, o homem teria apresentado um surto psicótico após fazer uso de entorpecentes. Durante o episódio, ele teria percorrido ruas da comunidade, invadido residências e provocado reação dos moradores.

A chegada dos policiais interrompeu as agressões e permitiu que o homem fosse retirado da área. Ele foi encaminhado ao 7º Distrito Policial, onde a ocorrência passou a ser analisada pelas autoridades.

No momento da abordagem, o homem utilizava uma tornozeleira eletrônica. As circunstâncias relacionadas ao monitoramento judicial e a situação dele após o encaminhamento não foram informadas.



(gC+)

Caso Marielle: Justiça amplia penas de Ronnie Lessa e Élcio Queiroz

 




A Primeira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) aumentou as penas dos ex-policiais militares Ronnie Lessa e Élcio Queiroz pelos assassinatos da vereadora do PSOL Marielle Franco, do motorista dela, Anderson Gomes, e pela tentativa de homicídio de Fernanda Chaves, assessora da parlamentar. Os crimes ocorreram no dia 14 de março de 2018, no bairro do Estácio, região central do Rio.

A pena de Ronnie Lessa passou de 78 anos e nove meses para 81 anos e 10 meses de prisão. A de Élcio Queiroz subiu de 59 anos e oito meses para 76 anos e seis meses de prisão.

Com a decisão, em julgamento realizado terça-feira (4), a Justiça do Rio atendeu ao pedido do Grupo de Atuação Especializada no Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Estado (Gaeco/MPRJ).

No recurso, o MPRJ afirmou que “não havia considerado circunstâncias relevantes para a dosimetria da pena” na sentença do 4º Tribunal do Júri da Capital, em outubro de 2024, quando Ronnie Lessa e Élcio Queiroz foram condenados pelos assassinatos de Marielle e Anderson e pela tentativa de homicídio de Fernanda Chaves.

“O Gaeco/MPRJ sustentou a necessidade de aumento das penas para assegurar a correta aplicação dos critérios legais de individualização da sanção, em razão da elevada intensidade do dolo, do sofisticado planejamento da ação criminosa e da gravidade dos delitos praticados”, disse o MPRJ em nota.

A forma de execução dos homicídios, com diversos disparos efetuados em via pública, em local de intensa circulação de pessoas, está entre os fundamentos do Gaeco, aceitos pela Primeira Câmara Criminal, como também a repercussão internacional do crime e o planejamento da ação criminosa, além do pedido para reconhecimento de menor redução pela tentativa de homicídio contra Fernanda Chaves. “Pelo fato de que os atos praticados se aproximaram da consumação da morte da assessora da vereadora”, explicou.

Para o Ministério Público, toda a ação foi previamente planejada pelos criminosos, com o uso de um veículo clonado durante a ação, circunstância relacionada ao delito de receptação. “A tentativa de homicídio de Fernanda Chaves foi igualmente ressaltada, uma vez que ela sobreviveu porque se abaixou no interior do veículo, tendo o corpo da vereadora servido de anteparo aos disparos”, completou o MPRJ.

Ronnie Lessa e Élcio Queiroz foram denunciados pelo Gaeco/MPRJ por duplo homicídio triplamente qualificado, tentativa de homicídio e receptação e depois condenados pelo 4º Tribunal do Júri da Capital em 2024.



(Agência Brasil)

Grupo do RJ compra viagem ao Chile em agência do CE e denuncia golpe

Maquiadora do RJ seria uma das vítimas. — Foto: Reprodução 

 


Uma viagem internacional planejada há cerca de um ano terminou em frustração para quatro amigas do Rio de Janeiro. O grupo denuncia ter sido vítima de um golpe após contratar um pacote para o Chile com uma agência de viagens da cidade de Ubajara, interior no Ceará. 

Segundo as clientes, as passagens aéreas não foram emitidas e a hospedagem também não estava paga, apesar de todo os valores terem sido repassados para a agência Ubajara Viagens. A viagem estava marcada para esta quinta-feira (6), mas não ocorreu. O grupo teve um prejuízo de R$ 38.611, 00.

"Caímos em um golpe e estamos tendo que ver o nosso sonho virar pesadelo", conta a maquiadora Stefany Rago, uma das vítimas, nas redes sociais. Ao todo, 13 pessoas, sendo quatro casais e cinco crianças, integravam o grupo.

Em nota, a agência de turismo Ubajara Viagens disse que tomou conhecimento do caso e que a situação está sendo acompanhada por sua assessoria jurídica.

"Neste momento, a defesa opta por não se manifestar sobre o mérito das alegações, tendo em vista que existem tratativas em andamento e que a exposição pública de informações parciais pode comprometer a adequada condução das medidas que vêm sendo adotadas". Veja a nota completa abaixo.

De acordo com Stefany, a contratação do pacote de viagem foi feita em agosto do ano passado com o empresário José Júnior Pessoa Martins, apresentado como proprietário da agência.

"Acredito que vocês devem estar se perguntando por que que nós, sendo do Rio de Janeiro, fechamos passagem com alguém de tão longe. A resposta é porque ele não é uma pessoa desconhecida, ele é um amigo da minha mãe, ou até então a gente achava que era. Minha mãe é natural do Ceará, da cidade dele, eu tenho família lá e amigos lá também", explica a maquiadora.

Stefany disse que o prejuízo total foi de R$ 38.611, sendo:

  • Katelen - R$9.555
  • Poliana - R$12.140
  • Stefany - R$8.361
  • Daiane - R$8.555

Segundo o relato, duas integrantes do grupo pagaram as passagens à vista e outras duas parcelaram o valor. Durante meses, porém, o empresário não apresentou comprovantes da emissão das passagens. Em vez disso, enviava códigos de reserva que expiravam pouco tempo depois.

"Como se tratava de uma viagem internacional, a gente resolveu confiar nele por ele ser uma pessoa que a gente conhecia, supostamente uma pessoa de confiança".

Mensagens trocadas em grupo mostra vítimas pressionando representante da agência de viagem. — Foto: Arquivo pessoal


Mais tarde, o grupo decidiu ampliar o período da viagem e pagou um valor adicional. Também contratou hospedagem em um hotel no Chile e seguro-viagem, todos negociados com a mesma agência.

Stefany afirma que as famílias economizaram durante um ano para realizar a viagem. Segundo ela, o marido chegou a ficar desempregado no período, mas o grupo manteve os pagamentos para não perder o sonho de conhecer a neve.

"Nossa viagem seria quinta-feira, dia 06/08, e o nosso retorno seria dia 13/08. Nós tínhamos pacotes de passeios fechados com agências no Chile, que não tem a ver com ele essa parte, mas que a gente já havia pago, já tinha sido investido um valor. O que aconteceu foi que a gente começou a pressionar ele, e ele sempre usava alguma desculpa de que estava tendo um problema com a companhia aérea (...) Assim ele foi enrolando a gente, até eu bater na tecla de que não estava certo", relata Stefany.

Desconfiadas, as famílias entraram em contato diretamente com a companhia aérea. Segundo Stefany, a empresa informou que os localizadores enviados correspondiam apenas a reservas temporárias, que expiravam porque não eram pagas.

Em seguida, o grupo procurou o hotel onde ficaria hospedado. Conforme o relato, o estabelecimento confirmou a existência de uma reserva, mas informou que o pagamento não havia sido realizado e que seria cobrado no momento do check-in:

"Tinha realmente uma reserva no meu nome (no hotel). Ele me colocou, gente, como responsável pelo meu grupo, pra que eu, a responsável, pagasse na hora quando eu chegasse lá. Ou seja, ainda que ele tivesse emitido essas passagens, talvez a gente corria o risco de chegar lá e não ter a nossa hospedagem, passar perrengue em outro país. Esse pagamento das hospedagens a gente já fez há muito tempo", relembra.

Na semana do embarque, diante da falta de confirmação das passagens, o grupo passou a cobrar explicações e pressionar a agência de turismo cearense. Questionado, o agente de viagens teria admitido dificuldades financeiras e afirmado que tentaria devolver o dinheiro ou emitir as passagens.

Na quarta-feira (5), porém, o empresário informou que tinha conseguido apenas R$ 8 mil para iniciar o reembolso, valor inferior ao total pago pelo grupo, segundo a Stefany.

Ainda segundo a carioca, um advogado já foi acionado para acompanhar a situação. A maquiadora afirma que ainda vai registrar um Boletim de Ocorrência.

Leia o que diz a agência citada

A Ubajara Viagens, por meio de seu representante e de sua defesa técnica, informa que tomou conhecimento da repercussão envolvendo reclamações de clientes relacionadas à prestação de seus serviços.

A empresa esclarece que a situação está sendo acompanhada por sua assessoria jurídica e que, desde o início, tem buscado manter diálogo com os clientes envolvidos, com o objetivo de encontrar soluções dentro das possibilidades legais e preservar os direitos de todas as partes.

Neste momento, a defesa opta por não se manifestar sobre o mérito das alegações, tendo em vista que existem tratativas em andamento e que a exposição pública de informações parciais pode comprometer a adequada condução das medidas que vêm sendo adotadas.

A empresa ressalta que as informações divulgadas até o momento não refletem integralmente o contexto dos fatos, razão pela qual prestará todos os esclarecimentos pertinentes nos procedimentos competentes, em respeito ao devido processo legal e à correta apuração dos acontecimentos.

A Ubajara Viagens reafirma seu compromisso com a legalidade, com a transparência e com a colaboração perante as autoridades competentes, confiando que os fatos serão devidamente esclarecidos, sempre com observância do contraditório, da ampla defesa e da presunção de inocência.

Por fim, diante da repercussão do caso, a empresa manifesta preocupação com mensagens ofensivas, ameaças e manifestações que ultrapassem os limites do direito à informação e da liberdade de expressão. Eventuais condutas ilícitas serão analisadas e, se necessário, encaminhadas às autoridades competentes para a adoção das medidas legais cabíveis.



(g1)

Morador de Cariús, no Ceará, transporta guarda-roupa de madeira em moto Biz e viraliza nas redes





 Um homem chamou atenção em Cariús, no interior do Ceará, ao transportar um guarda-roupa de madeira na garupa de uma motocicleta Honda Biz. O registro mostra o momento em que Antônio Cabeludo adapta o móvel na parte traseira do veículo e segue viagem pelas ruas da cidade.

A cena inusitada ganhou repercussão nas redes sociais pela forma encontrada para realizar o transporte. O guarda-roupa, feito de madeira maciça e equipado com gavetas e portas de espelho, foi colocado sobre a moto e preso com cordas antes do deslocamento.

Antes de sair do local, Antônio contou com a ajuda de pessoas que acompanhavam a preparação do transporte. O móvel foi posicionado na traseira da motocicleta e ajustado para permanecer preso durante o percurso.

Enquanto a cena era registrada em vídeo, algumas testemunhas demonstraram dúvida sobre a possibilidade de o transporte funcionar. “Isso não vai dar certo, não”, afirmou uma pessoa que acompanhava a gravação. Mesmo com a desconfiança, Antônio ligou a motocicleta e iniciou o trajeto pelas vias da cidade. Durante o percurso, ele precisou manter o equilíbrio do veículo e acompanhar a movimentação do guarda-roupa.

A situação chamou atenção justamente pelo caráter improvisado da solução encontrada. O vídeo mostra um momento cotidiano transformado em uma cena curiosa, com moradores acompanhando a tentativa de levar o móvel até o destino.

Ao finalizar o trajeto, Antônio comemorou o resultado e respondeu aos comentários de quem havia duvidado que o transporte seria concluído. “Vocês pensavam que não ia chegar? Tô mostrando para vocês. Tem gente que fala que isso aqui é de papelão... É madeira pura e é muito pesado!”, declarou.

Transporte improvisado ganha repercussão nas redes sociais

Após a divulgação do vídeo, internautas comentaram a criatividade do morador de Cariús e a maneira encontrada para transportar um objeto de grande porte utilizando um veículo de pequeno tamanho. Apesar da repercussão positiva, o transporte de objetos grandes em motocicletas exige cuidados, já que cargas volumosas podem afetar o equilíbrio do veículo, a movimentação do condutor e a segurança durante o deslocamento.



(GC+)

Tubarão ameaçado de extinção é encontrado no Rio Jaguaribe, em Fortim, no Ceará

 



Um tubarão ameaçado de extinção foi encontrado no Rio Jaguaribe, na altura do município de Fortim, no litoral leste do Ceará, nesta quarta-feira (5). O animal foi identificado como pertencente à espécie Carcharhinus obscurus, classificada como Em Perigo (EN) de extinção, segundo o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

O caso ganhou repercussão após vídeos e fotografias circularem nas redes sociais. As imagens mostram o tubarão amarrado a uma embarcação, aparentemente sem apresentar reação. Em um dos registros compartilhados, uma pessoa coloca a mão na boca do animal.

A ocorrência chamou a atenção tanto pela condição da espécie quanto pelas circunstâncias em que o animal foi registrado, levantando questionamentos sobre a captura e o cumprimento da legislação ambiental.

Tubarão ameaçado de extinção é encontrado no Rio Jaguaribe

De acordo com o ICMBio, o Carcharhinus obscurus é conhecido no Brasil por diferentes nomes populares, entre eles cabeça-chata-do-sul, cação-baía, cação-fidalgo e machote. A espécie integra a lista oficial de animais ameaçados de extinção e está enquadrada na categoria Em Perigo (EN), classificação que indica elevado risco de desaparecimento na natureza caso não sejam adotadas medidas de conservação.

A presença do animal no Rio Jaguaribe ganhou destaque pela repercussão das imagens divulgadas e pelo fato de se tratar de uma espécie considerada prioritária para ações de preservação.

Espécie desempenha papel importante no equilíbrio ambiental

Os tubarões exercem papel fundamental nos ecossistemas marinhos e costeiros ao integrar a cadeia alimentar e contribuir para o equilíbrio da biodiversidade. A conservação dessas espécies é considerada estratégica para a manutenção da saúde dos ambientes aquáticos, uma vez que alterações em suas populações podem afetar o funcionamento de todo o ecossistema.

Por esse motivo, a ocorrência envolvendo um animal ameaçado de extinção desperta atenção dos órgãos responsáveis pela conservação da fauna.

Captura pode configurar crime ambiental

A captura de animais silvestres ameaçados de extinção pode configurar crime ambiental no Brasil. A Lei de Crimes Ambientais prevê pena de detenção de seis meses a um ano, além de multa, para quem matar, perseguir, caçar, apanhar ou capturar espécimes da fauna silvestre sem autorização dos órgãos competentes.

Quando o crime envolve uma espécie oficialmente classificada como ameaçada de extinção, a legislação estabelece aumento de metade da pena. Além da responsabilização criminal, os envolvidos também podem responder administrativamente, com aplicação de multas pelos órgãos ambientais, e sofrer outras sanções previstas em lei, conforme as circunstâncias de cada caso.



(GC+)

Operações contra organização criminosa no PI cumpre mandados em Fortaleza, Camocim e Granja


 


Duas operações deflagradas nesta quinta-feira (8) pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Piauí (FICCO/PI) têm como alvos membros de uma organização criminosa com atuação no Ceará. 

O objetivo é investigar a prática dos crimes de organização criminosa, tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e ocultação patrimonial. 

Os policiais cumprem ordens judiciais em Fortaleza e nos municípios de Camocim e Granja, no interior do Estado; além das cidades de Teresina, Parnaíba e Cocal, no Piauí; e em Valparaíso de Goiás, no estado de mesmo nome. 

Um policial civil do Ceará foi preso durante a operação em Granja, suspeito de um homicídio ocorrido em dezembro de 2023. 

Ao todo, são cumpridos, simultaneamente, 68 mandados judiciais, sendo 28 de prisão preventiva e temporária, 26 de busca e apreensão e 14 medidas de bloqueio judicial de ativos financeiros, que resultam em mais de R$ 18 milhões em sequestro de bens e valores.

O que diz a investigação?

As investigações identificaram uma estrutura criminosa voltada à prática de crimes relacionados ao tráfico de drogas e à movimentação de recursos de origem ilícita.

A ação conta com participação da Polícia Penal Federal e das Polícias Civil, Militar e Penal do Piauí, bem como com o apoio da FICCO/CE, das Polícias Civil e Militar do Ceará.

As diligências seguem em andamento, e os investigados serão encaminhados às autoridades competentes. Todo o material apreendido passará por análise pericial.



(Diário do Nordeste)

Após crise diplomática, Lula sinaliza nova conversa com Trump

 




O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) manifestou interesse em fazer ligação ao presidente Donald Trump após a escalada da crise diplomática entre os dois países.

O contato entre os líderes, contudo, conforme apurou a reportagem, ainda não tem previsão de data.

A declaração foi dada durante entrevista ao canal Os Três Elementos, na quarta-feira (5/8). O contexto da ligação, contudo, não citou os ruídos com a nação norte-americana, mas o desejo em contatar grandes potências para tratar das guerras em curso no mundo.

“O mundo está precisando de paz, e não de guerra. Semana passada, eu liguei para o Xi Jinping para falar sobre a necessidade do Conselho de Segurança se reunir. Ontem [terça-feira (4/8)] falei com meu amigo (Vladimir) Putin para eles se reunirem. Vou falar com o Trump também. São cinco pessoas [no Conselho de Segurança da ONU]. Se reúnam, tomem café, uísque, qualquer coisa. E se reúnam para decidir o que vai fazer com o mundo”, disse Lula.

Para interlocutores do Palácio do Planalto consultados pelo Metrópoles sob reserva, uma ligação entre Lula e Trump não está descartada, seja para discutir o atual contexto geopolítico, seja para tratar da crise diplomática entre Brasília e Washington.

O contato entre eles é visto como uma possibilidade, mas não está, até o momento, sendo articulado para que aconteça.

Crise com os Estados Unidos

A crise entre o Brasil e os Estados Unidos enfrenta escalada desde terça-feira (4/8), quando o Departamento de Estado do dos EUA anunciou alteração no status do visto da embaixadora brasileira em Washington, Maria Luiza Viotti.

Embora a mudança não mude a atuação diplomática de Viotti, uma vez que ela se mantém como a representante oficial do Brasil nos EUA, o visto de múltiplas entradas da embaixadora foi revogado – o documento permitia a entrada de Viotti no país um número ilimitado de vezes.

Agora, o status foi alterado para uma entrada só. Significa que, se ela deixar os EUA, terá de pedir novo visto para retornar aos Estados Unidos.

A medida foi vista como ato político e interpretada por membros do Palácio do Planalto como mais uma iniciativa que demonstra interesse dos EUA em tentar interferir no processo eleitoral do Brasil.

O anúncio foi seguido ainda da determinação que prorrogou por mais um ano o “estado de emergência” contra o Brasil.

Sem qualquer efeito prático imediato, a medida pode ser usada como justificativa para adotar sanções ou ações contra o Brasil.


(Metrópoles)

Postagens mais visitadas do mês