
Para os católicos, a Sexta-feira Santa é dia de lembrar os últimos momentos de Jesus, antes da crucificação. Por isso, a igreja recomenda aos fiéis que esse momento seja celebrado com oração e penitência.
“É dia de silêncio, de reflexão, oração. A igreja fica muito voltada para este fato histórico, pois já começamos a viver a expectativa da ressurreição de Cristo”, explica o arcebispo de Olinda e Recife dom Fernando Saburido.
Ele lembra que a Semana Santa começa no Domingo de Ramos e que os fiéis devem realizar a penitência desde esse dia. “É importante os cristãos se conscientizarem do valor desse tempo, tempo de oração, de penitência. A igreja propõe duas datas de penitências, Quarta de Cinzas e Sexta da Paixão, para se trabalhar e renunciar os males, renunciar ao pecado e viver na graça de Deus”, ressalta.
Para dom Fernando Saburido, o espetáculo da Paixão de Cristo é uma representação da emoção que a história de Jesus Cristo causa nos fiéis. “A gente escuta os relatos, a gente vê que o povo se sente bem, se emociona, as pessoas choram. Isso faz parte da nossa humanidade”, afirma.
“Para nós da arquidiocese de Recife e Olinda, essa é uma Páscoa especial, pois estamos no ano centenário da arquidiocese. É uma Páscoa comprometedora, estamos querendo muito que a diocese de volte mais para a missão, para a evangelização. Queria convocar todos os leigos para dar espaço na sua vida e colaborar com esse desafio de anunciar o reino de Deus”, conta dom Fernando.
“É dia de silêncio, de reflexão, oração. A igreja fica muito voltada para este fato histórico, pois já começamos a viver a expectativa da ressurreição de Cristo”, explica o arcebispo de Olinda e Recife dom Fernando Saburido.
Ele lembra que a Semana Santa começa no Domingo de Ramos e que os fiéis devem realizar a penitência desde esse dia. “É importante os cristãos se conscientizarem do valor desse tempo, tempo de oração, de penitência. A igreja propõe duas datas de penitências, Quarta de Cinzas e Sexta da Paixão, para se trabalhar e renunciar os males, renunciar ao pecado e viver na graça de Deus”, ressalta.
Para dom Fernando Saburido, o espetáculo da Paixão de Cristo é uma representação da emoção que a história de Jesus Cristo causa nos fiéis. “A gente escuta os relatos, a gente vê que o povo se sente bem, se emociona, as pessoas choram. Isso faz parte da nossa humanidade”, afirma.
“Para nós da arquidiocese de Recife e Olinda, essa é uma Páscoa especial, pois estamos no ano centenário da arquidiocese. É uma Páscoa comprometedora, estamos querendo muito que a diocese de volte mais para a missão, para a evangelização. Queria convocar todos os leigos para dar espaço na sua vida e colaborar com esse desafio de anunciar o reino de Deus”, conta dom Fernando.
Fonte: Globo.com


