
A precariedade no sistema de saúde do interior do estado e os baixos salários pagos pelas prefeituras estão afastando os médicos do Programa Saúde da Família (PSF). De acordo com o presidente do Sindicato dos Médicos do Ceará (Simec), José Maria Pontes, é comum o problema com médicos que são contratados e não são pagos. Além disso, acabam sendo explorados com carga horária extensa.
“Eles querem pagar de R$ 4 mil a R$ 6 mil reais para o médico trabalhar 40 horas por semana. A Federação Nacional dos Médicos estabelece como salário padrão de aproximadamente R$ 9.180,00 para 20 horas por semana. E eles ainda querem que dê plantão no hospital, no fim de semana (...) eles querem escravizar os médicos e eles não aceitam esse tipo de coisa”, disse José Maria.
Além disso, ele afirma que a maioria dos profissionais não tem vínculo trabalhista, sem estabilidade no emprego. “Os médicos talvez sejam uma das poucas categorias que, hoje, ninguém quer mais compromisso com médico. Querem que o médico trabalhe sem nenhum compromisso, sem contrato (...) o contrato é verbal (na maioria dos municípios de médio e pequeno porte), não tem nada assinado e ainda são velhacos, alguns prefeitos não pagam os médicos e ficam atrasando”, desabafa o presidente do Simec.
Uma equipe do PSF precisa ser composta por no mínimo: um médico, um dentista, e um enfermeiro, de nível superior; Auxiliar de Enfermagem, Auxiliar de Saúde Bucal e Agentes de Saúde de nível médio.
“Eles querem pagar de R$ 4 mil a R$ 6 mil reais para o médico trabalhar 40 horas por semana. A Federação Nacional dos Médicos estabelece como salário padrão de aproximadamente R$ 9.180,00 para 20 horas por semana. E eles ainda querem que dê plantão no hospital, no fim de semana (...) eles querem escravizar os médicos e eles não aceitam esse tipo de coisa”, disse José Maria.
Além disso, ele afirma que a maioria dos profissionais não tem vínculo trabalhista, sem estabilidade no emprego. “Os médicos talvez sejam uma das poucas categorias que, hoje, ninguém quer mais compromisso com médico. Querem que o médico trabalhe sem nenhum compromisso, sem contrato (...) o contrato é verbal (na maioria dos municípios de médio e pequeno porte), não tem nada assinado e ainda são velhacos, alguns prefeitos não pagam os médicos e ficam atrasando”, desabafa o presidente do Simec.
Uma equipe do PSF precisa ser composta por no mínimo: um médico, um dentista, e um enfermeiro, de nível superior; Auxiliar de Enfermagem, Auxiliar de Saúde Bucal e Agentes de Saúde de nível médio.
Fonte: Ceará Agora


