O corpo da aposentada Ana Sudária Canônico, de 59 anos, foi sepultado no
início da tarde deste domingo (5) no cemitério da Lapa, na Zona Oeste
de São Paulo. Ana foi encontrada morta dentro de sua casa na tarde de
sexta-feira (3). Horas antes ela ligou para o ex-marido e disse que o
filho, Mauro Canônico, de 37 anos, não estava bem e que ela estava com
medo. Irmão de André Canônico, integrante da banda de forró Falamansa,
Mauro sofre de esquizofrenia e é interditado judicialmente, segundo
informações do boletim de ocorrência.
O crime ocorreu por volta das 14h, na casa localizada na rua Antônio
Joaquim da Rosa, no Jardim Riviera Paulista, e foi registrado como
homicídio simples na central de flagrantes do 101º Distrito Policial, no
Jardim das Embuias. Mauro foi preso em flagrante. A polícia não colheu o
depoimento dele.
O pai disse à polícia que Mauro contou a ele que havia matado a mãe
porque ela estava com câncer na garganta e havia pedido para ser morta.
A PM foi chamada para atender ocorrência de agressão de filho contra mãe. Ao chegarem ao local, os policiais encontraram a aposentada morta, caída em um dos corredores da casa. Ao lado do corpo ainda havia vários utensílios domésticos como pratos quebrados e talheres.
Segundo a testemunha, o pai chegou à residência por volta das 14 horas, tocou a compainha e ligou para o celular de Mauro, que não atendeu. O homem gritou pelo filho que abriu a porta dizendo que havia matado a mãe.
O delegado esteve na casa e constatou que a aposentada tinha marcas de violência no pescoço e sangue em volta da parte de cima do corpo.
A PM foi chamada para atender ocorrência de agressão de filho contra mãe. Ao chegarem ao local, os policiais encontraram a aposentada morta, caída em um dos corredores da casa. Ao lado do corpo ainda havia vários utensílios domésticos como pratos quebrados e talheres.
Segundo a testemunha, o pai chegou à residência por volta das 14 horas, tocou a compainha e ligou para o celular de Mauro, que não atendeu. O homem gritou pelo filho que abriu a porta dizendo que havia matado a mãe.
O delegado esteve na casa e constatou que a aposentada tinha marcas de violência no pescoço e sangue em volta da parte de cima do corpo.
G1



