Lar Doce Lar...Instituto Kairós festeja o Dia Das Mães

Nesta última sexta feira, 09 de Maio, foi marcada pelos eventos que homenagearam as Mães do colégio, relevando o Coração da Mãe como centro do Lar... Lar doce Lar! Considerando que a personalidade feminina é determinante no convívio familiar, a instituição lembrou que a “Casa é uma construção de cimento e tijolos; Lar é uma construção de princípios e valores.” 

Pela manhã as Mães foram recepcionadas pelos alunos do 9º Ano que compuseram uma linda paródia, na ocasião em que todos os alunos homenagearam suas mães através de danças, músicas e mensagens. Desde as crianças da Educação Infantil os filhos tiveram a oportunidade de demonstrarem seu amor, carinho e respeito por suas progenitoras. O corpo de balé também fez sua apresentação, com graça e beleza expressaram seu afeto. 

Uma Seresta com o músico André Luis acompanhou o jantar festivo no Restaurante Cantinho Verde, as mesas no ambiente externo ornadas de flores naturais tornaram o ambiente acolhedor. A descontração prevaleceu na festa, oportunamente as nossas belas Mães dirigiam-se ao stand para fotografar e receber as lembrancinhas ofertadas pelo colégio, exaltando sua importância no seio familiar. A Família Kairós e Convidados degustaram um menu especial elogiado pelos convivas. 

 CORAÇÃO DE MÃE

O coração de mãe é aquele que se divide em dois, três ou mais, que se quebra em pedacinhos e continua fazendo de conta que está inteiro, porque uma mãe é uma estaca na qual os filhos se apoiam e ela precisa dar o exemplo. O coração de mãe chora baixinho e escondido, fica apertado e ela faz-se de forte. 

Ela gostaria de pegar em seus ombros todas as dores dos filhos e a impossibilidade disso dói ainda mais nela. Ela engole seco, suporta o nó na garganta e veste a capa dos fortes. 

O coração de mãe adivinha, inquieta-se, alegra-se. A vitória dos filhos vale mais que a própria vitória e ela vibra, orgulha-se, quer contar para o mundo inteiro. 

Tiram-lhe um filho e parte um pedaço da sua alma, absolutamente irrecuperável. E ela deverá aprender a sobreviver assim... porque um filho não substitui outro e nada no mundo substitui um filho. 

O coração de mãe nem sempre compreende, mas aprende a tolerância e cultiva a esperança. Ela possui remédios pra tudo e nem sempre sabe lidar com a própria dor. Ela esquece-se, reflete-se nos filhos. 

O coração de mãe não lhe pertence. E ela assume, curva a cabeça e ainda agradece. Seus filhos serão suas eternas crianças, mesmo que ela tenha 100 anos e eles 80. Eles são e serão o maior de todos os presentes que Deus lhe ofertou. 

(Letícia Thompson)

 

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