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| Região Nordeste do Ceará é suscetível à ocorrência de tremores de terra (Foto: LabSis/UFRN) |
De acordo com o Labroratório de Sismologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (LabSis/UFRN), o noroeste do Ceará
é uma das áreas sísmicas mais ativas do Nordeste do Brasil só perdendo
para a borda da Bacia Potiguar (Rio Grande do Norte e leste do Ceará).
Na área já ocorreram vários tremores de magnitude acima de 4.0, como o
de Irauçuba, em 1991, de magnitude 4.8. Próximo aos epicentros
detectados, também ocorreu atividade sísmica dentro do reservatório do
Açude Tucunduba, em 1997. Em 09 de junho de 1997 ocorreu um tremor de
magnitude 3.2 e o LabSis implantou então uma rede sismográfica para
estudar a sismicidade.
Escala Ritcher
Criada em 1935 pelo sismólogo americano Charles F. Richter, integrante do Instituto de Tecnologia da Califórnia, a escala Richter foi desenvolvida para medir a magnitude dos terremotos, que consiste no ato de quantificar a energia liberada no foco do terremoto. É uma escala que se inicia no grau zero e é infinita (teoricamente), no entanto, nunca foi registrado um terremoto igual ou superior a 10 graus na escala Richter. Um dos fatores é que ela se baseia num princípio logarítmico, ou seja, um terremoto de magnitude 6, por exemplo, produz efeitos dez vezes maiores que um outro de 5, e assim sucessivamente.
G1/CE



