O ex-presidente da Câmara e deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ)
chamou o presidente Michel Temer (PMDB), o ex-presidente Luiz Inácio
Lula da Silva (PT) e o ex-ministro Henrique Alves (PMDB-RN), além de
outras figuras públicas, como testemunhas de defesa no processo que
responde no âmbito da Operação Lava Jato em Curitiba.
Preso, em 9 de outubro, Cunha é acusado de receber propina de contrato de exploração de Petróleo no Benin, na África, e de usar contas na Suíça para lavar o dinheiro.
Preso, em 9 de outubro, Cunha é acusado de receber propina de contrato de exploração de Petróleo no Benin, na África, e de usar contas na Suíça para lavar o dinheiro.
A convocação das testemunhas faz parte da defesa prévia do ex-deputado,
protocolada no sistema da Justiça Federal na noite de terça-feira (1º).
A defesa de Cunha pediu que a denúncia contra o ex-deputada seja rejeitada. Pediu também rejeição da acusação de corrupção passiva, a rejeição de parte da denúncia que acusa o ex-deputado de conduta criminosa em relação ao ex-diretor da Petrobras Jorge Zelada, a absolvição sumária do crime de evasão de divisas, a suspensão do processo até que sejam julgados embargos de declaração apresentados ao STF e nulidade das provas.
A convocação das testemunhas é solicitada caso os outros pedidos da defesa não sejam aceitos.
A defesa de Cunha pediu que a denúncia contra o ex-deputada seja rejeitada. Pediu também rejeição da acusação de corrupção passiva, a rejeição de parte da denúncia que acusa o ex-deputado de conduta criminosa em relação ao ex-diretor da Petrobras Jorge Zelada, a absolvição sumária do crime de evasão de divisas, a suspensão do processo até que sejam julgados embargos de declaração apresentados ao STF e nulidade das provas.
A convocação das testemunhas é solicitada caso os outros pedidos da defesa não sejam aceitos.
G1



