Cinco
dias depois do incêndio criminoso na creche em Janaúba, o Corpo de
Bombeiros anunciou ter iniciado vistoria nas instituições de ensino do
município.
As chamas começaram quando o vigia
da escola, Damião Soares dos Santos, jogou líquido inflamável nele, nas
crianças e, em seguida, ateou fogo
Cinco dias depois do incêndio
criminoso na creche Gente Inocente, em Janaúba, Região Norte de Minas, o
Corpo de Bombeiros da cidade anunciou nesta terça-feira, 10, ter
iniciado vistoria nas instituições de ensino do município.
Estão passando pelo procedimento escolas mantidas pela prefeitura e pelo Estado, conforme informações do sargento Eberth Durães, do primeiro pelotão de Janaúba. Como revelou o Estado, a creche incendiada não tinha extintores, sinalização e nem saída de emergência.
As escolas serão vistoriadas e, se necessário, serão exigidas medidas de prevenção a incêndios. Uma das principais preocupações é com relação a material de revestimento. Na creche incendiada, conforme o sargento, o teto, por exemplo, era de PVC, material altamente inflamável. Ainda segundo o bombeiro, normalmente, as vistorias são feitas por demanda.
"Estamos fazendo em média duas escolas por dia", afirmou Durães. Entre creches e escolas, a cidade tem 28 instituições de ensino. Não há prazo para término das vistorias.
Conforme o sargento, apesar dos problemas com o teto de PVC, por exemplo, a tragédia da creche Gente Inocente dificilmente poderia ter sido evitada. "Foi algo provocado por uma pessoa", argumentou.
As chamas começaram quando o vigia da escola, Damião Soares dos Santos, jogou líquido inflamável nele, nas crianças e, em seguida, ateou fogo. Onze pessoas morreram: nove crianças, uma professora e o autor do incêndio.
Jornal do Commercio 2017
Estão passando pelo procedimento escolas mantidas pela prefeitura e pelo Estado, conforme informações do sargento Eberth Durães, do primeiro pelotão de Janaúba. Como revelou o Estado, a creche incendiada não tinha extintores, sinalização e nem saída de emergência.
As escolas serão vistoriadas e, se necessário, serão exigidas medidas de prevenção a incêndios. Uma das principais preocupações é com relação a material de revestimento. Na creche incendiada, conforme o sargento, o teto, por exemplo, era de PVC, material altamente inflamável. Ainda segundo o bombeiro, normalmente, as vistorias são feitas por demanda.
"Estamos fazendo em média duas escolas por dia", afirmou Durães. Entre creches e escolas, a cidade tem 28 instituições de ensino. Não há prazo para término das vistorias.
Conforme o sargento, apesar dos problemas com o teto de PVC, por exemplo, a tragédia da creche Gente Inocente dificilmente poderia ter sido evitada. "Foi algo provocado por uma pessoa", argumentou.
As chamas começaram quando o vigia da escola, Damião Soares dos Santos, jogou líquido inflamável nele, nas crianças e, em seguida, ateou fogo. Onze pessoas morreram: nove crianças, uma professora e o autor do incêndio.
Jornal do Commercio 2017



