O fato foi registrado na noite da última quinta-feira (28/06). Por volta das 20h, um cidadão chegou na delegacia informando que tinha acabo de ser roubado no centro da cidade, por dois homens armados que lhes roubaram o seu telefone celular.
De imediato a Polícia Militar saiu em diligências, porém os PMs receberam uma ligação anônima informando que um determinado adolescente possivelmente estaria envolvido no roubo.
Diante da informação, a polícia conseguiu localizar o adolescente que negou a participação no roubo do celular, e em poder do mesmo a PM apreendeu uma certa quantidade de droga.
Com a apreensão do adolescente, o mesmo acabou abrindo o jogo para a polícia, e disse que um vigilante de nome Marcelo estaria armado e seria ele "o vigilante" quem repassava todas as informações para elementos virem praticar assaltos em Tamboril.
Os PMs continuaram em diligências e em seguida o vigilante Marcelo foi localizado e com o mesmo a PM apreendeu um revólver calibre 38, contendo cinco munições intactas.
Marcelo negou todas as acusações que lhe foram feitas pelo adolescente.
Após a prisão do vigilante e a apreensão do adolescente, os PMs se deslocaram para a Delegacia Regional de Polícia Civil em Crateús para a realização dos procedimentos.
Com a ausência dos PM's, que tiveram que irem a Crateús, elementos ainda não identificados foram até o prédio da Delegacia Municipal de Polícia Civil de Tamboril e efetuaram vários tiros contra o prédio e também contra o carro de um PM, veículo este que estava estacionado em frente a Delegacia.
No local foram encontradas várias cápsulas calibre 380.
Após tomar conhecimento do ocorrido, o Delegado Dr Augusto Soares retornou de Fortaleza onde participaria de um curso, e chegando em Tamboril reuniu toda sua equipe e caíram em campo na realização das investigações.
Em entrevista o delegado Dr Augusto, não quis dar muitos detalhes até porque as investigações ainda não foram todas concluídas, porém afirmou que já tem nomes de suspeitos e que novidades poderá surgir a qualquer momento.
Já, para o sargento Glaubio Campos, o ataque ao prédio da delegacia poderá ter sido uma tentativa de represália por parte do crime, contra o trabalho da polícia, principalmente diante das últimas prisões realizadas no referido Município.
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