Fortaleza foi a segunda capital em número de indenizações pagas pelo
seguro DPVAT em 2017, perdendo apenas para São Paulo. Na capital
cearense, o DPVAT pagou 7.395 indenizações, 2354 menos que a cidade de
São Paulo, onde o número de indenizações pagas somou 9.749.
As indenizações cobrem despesas hospitalares, invalidez permanente ou morte para vítimas de acidentes de trânsito no estado.
Em 2008, Fortaleza aparecia em 7º lugar no ranking, atrás de Curitiba,
São Paulo, rio de Janeiro, Porto Alegre, Goiânia e Belo Horizonte. As
informações foram divulgadas nesta segunda-feira (2) pela Líder, que
administra o consórcio de seguradoras.
Considerando o tipo de reembolso, de 2008 para 2017 houve uma queda do
pagamento de seguro por mortes: de 408, em 2008, para 338, em 2017, o
que representa uma redução de 21% em 10 anos. Já as indenizações por
invalidez cresceram 1.039%, em Fortaleza: passaram de 613, no ano de
2018, para 6.370, no ano passado.
Nessa categoria, Fortaleza também aparece na 2ª posição no país,
perdendo apenas para a capital paulista que, em 2017, pagou 6.480
indenizações por invalidez.
As indenizações por despesas com assistências médica e suplementares
(DAMS) com lesões de menor gravidade causadas por acidentes de trânsito
somaram 687, em 2017, contra 661, no ano de 2008.
Neste período, a região Nordeste teve a maior evolução no número de
veículos no país: 126,7%. No Brasil, a frota de veículos teve
crescimento de 77,5%, nestes 10 anos.
Em 10 anos, mais de 4,5 milhões de indenizações do Seguro DPVAT foram
pagas para vítimas de acidentes de trânsito no Brasil. Os pedestres são a
segunda categoria mais atingida, de acordo com a seguradora Líder;
motociclistas ocupam a primeira posição no ranking.
Nesse período, foram 1.068.996 indenizações pagas a pedestres nos três
tipos de cobertura: morte, invalidez permanente e despesas médicas e
hospitalares. As vítimas também ocupam o segundo lugar nas indenizações
pagas por acidentes fatais, num total de 167.290. Mais de 757 mil
pessoas foram indenizadas por invalidez permanente.
Apenas este ano, de janeiro a maio, foram pagas 35.437 indenizações a
pedestres. O número corresponde a quase 24% do total de indenizações
pagas, neste mesmo período, para todos os tipos de vítimas (148 mil).
Entre os principais motivos da falta de atenção do pedestre ao caminhar
nas ruas está o uso do celular. Digitar, ler, falar e usar o fone de
ouvidos aumentam as chances de acidentes em até 80%.
O seguro DPVAT (Danos Pessoais causados por Veículos Automotores de Via
Terrestre) cobre casos de morte, invalidez permanente ou despesas com
assistências médica e suplementares (DAMS) por lesões de menor gravidade
causadas por acidentes de trânsito em todo o país.
O recolhimento do seguro é anual e obrigatório para todos os
proprietários de veículos. A data de vencimento é junto com a do IPVA, e
o pagamento é requisito para o motorista obter o licenciamento anual do
veículo.
Vítimas e seus herdeiros (no caso de morte) têm um prazo de três anos
após o acidente para dar entrada no seguro. Informações de como receber o
DPVAT podem ser obtidas pelo telefone 0800-022-1204.
Defensoria Pública atendeu pelo menos 100 ocorrências de expulsões desde dezembro de 2017.
Jovem
está presa desde que matou o ex a facadas, em 2015, na cidade de
Vilhena. Acusada fez várias atividades e estuda no presídio para ter
pena reduzida.
O G1 tentou mas ainda não conseguiu contato com a vítima. O suspeito disse que não vai se pronunciar sobre o assunto.
Izabella
Fernandes, de 8 anos, teve os cachos cortados e alisados pela namorada
do pai; desabafo da mãe viralizou nas redes sociais e comoveu milhares
de pessoas.
Homem
afirmou que devia dinheiro para um traficante e que tem irmã com as
mesmas características da menina que foi morta em Araçariguama (SP).
G1



