Você está em: CEARA // Notícia de Anselmo Bandeira // 28 de novembro de 2018

 
A temporada esportiva se aproxima do fim, e as projeções para o próximo ano nunca foram tão promissoras. O futebol cearense cresce e atinge um novo patamar com dois clubes na elite pela primeira vez na era dos pontos corridos. Maiores do Estado, os gigantes tornarão a desfilar juntos seus uniformes na primeira divisão após 26 anos. Dessa vez, uma edição bem diferente de 1993, quando o torneio apresentava 32 times divididos em quatro grupos.
O esporte mais popular do mundo promete fazer da Arena Castelão seu reduto. Serão 38 partidas na Capital cearense, sendo dois Clássicos-Reis - pelo menos cinco se somarmos também Fares Lopes, Estadual e Copa do Nordeste. A quantidade pode ir a 10 se os clubes avançarem de fase.
Na atual temporada, Ceará e Fortaleza protagonizaram cinco dos 10 maiores públicos do Brasil, totalizando uma média de 27.576 pagantes e R$ 8.101.627,18 de renda líquida no Campeonato Brasileiro, restando ainda o jogo do Vovô contra o Vasco, em casa.
Montante
Nos bastidores, os dirigentes alvinegros e tricolores já se articulam para produzir fundos visando à Série A. Entre as apostas está a gestão unificada da Arena Castelão, proposta discutida com a Secretaria do Esporte (Sesporte), que estuda a administração dos clubes de todos os setores do estádio, com lanchonetes, camarotes e estacionamento.
A previsão final de receita de ambos os times, juntos, é R$ 100 milhões, no mínimo, envolvendo financiamento da Caixa Econômica Federal, patrocínios, borderôs, venda de produtos licenciados e cotas de TV. Os clubes podem ainda receber bonificações por títulos ou metas alcançadas.
O Fortaleza trabalha com R$ 2,5 milhões de folha de pagamento em uma previsão de R$ 56,7 milhões de orçamento. Pelo Ceará, a estimativa é de investimento superior, em torno de R$ 60 milhões. Mas o clube ainda não divulgou sua previsão de folha para 2019.
Força local
Por muito tempo encarado como coadjuvante, o futebol cearense será o protagonista do Nordeste em 2019. O Estado será o único da região com dois times na Série A.
Mas a descentralização está longe de indicar uma diminuição de força. O ano de 2019 promete bater o recorde de nordestinos na elite, o qual já tem garantidos, times como Bahia, Ceará, Fortaleza e CSA (advindos da Série B). Pode ser ainda maior se o Sport escapar do descenso.
Diário do Nordeste
Caderno: CEARA
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