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A filipina Catriona Gray foi a
vencedora do concurso Miss Universo 2018, celebrado em Bangcoc e que contou
pela primeira vez com uma candidata transgênero. Gray, 24 anos, superou na
etapa final as representantes da África do Sul, Tamaryn Green, e da Venezuela,
Sthefany Gutiérrez.
O Brasil foi representado pela
amazonense Mayra Dias. Ela ficou entre as 20 semifinalistas do concurso. O
evento foi apresentado pelo comediante americano Steve Harvey e pela modelo
Ashley Graham. Na fase final, Gray foi muito aplaudida ao falar de seu trabalho
nos bairros mais pobres de Manila. Após a vitória, explicou que deseja
continuar trabalhando nas Filipinas com uma organização que promove a educação
sobre o vírus HIV e a aids.
"Há alguns anos perdi um
amigo íntimo por complicações relacionadas com o HIV", afirmou em uma
entrevista coletiva. "Por isto, aumentar a consciência desta causa e
estimular as pessoas para que façam testes e conheçam sua condição será, sem
dúvida, um dos primeiros projetos que desejo realizar", completou.
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Gray, estudante de Música,
superou mais de 90 candidatas de todo o mundo na 67ª edição do concurso,
organizado na Impact Arena, na capital da Tailândia. Durante a competição,
exibida ao vivo, as candidatas responderam perguntas sobre a liberdade de
imprensa, a legislação sobre a maconha, os refugiados e o movimento #MeToo.
O evento foi bem recebido por
abordar temas como a inclusão e por seu júri formado apenas por mulheres,
incluindo empresárias e vencedoras do Miss Universo. A edição também foi
marcada pela representante da Espanha no concurso, Angela Ponce, 27 anos, a
primeira candidata transgênero da história, que ressaltou o desejo de
representar a "diversidade dos seres humanos".
Gray, estudante de Música,
superou mais de 90 candidatas de todo o mundo na 67ª edição do concurso,
organizado na Impact Arena, na capital da Tailândia. Durante a competição,
exibida ao vivo, as candidatas responderam perguntas sobre a liberdade de
imprensa, a legislação sobre a maconha, os refugiados e o movimento #MeToo.
O evento foi bem recebido por
abordar temas como a inclusão e por seu júri formado apenas por mulheres,
incluindo empresárias e vencedoras do Miss Universo. A edição também foi
marcada pela representante da Espanha no concurso, Angela Ponce, 27 anos, a
primeira candidata transgênero da história, que ressaltou o desejo de
representar a "diversidade dos seres humanos".
"Ter uma vagina não me
transformou em mulher. Sou uma mulher desde antes de nascer, porque minha
identidade está aqui", declarou à AFP Ponce, apontando para a própria
cabeça. O concurso também registrou uma polêmica depois que a Miss Estados
Unidos, Sarah Rose Summers, pareceu zombar das candidatas do Vietnã e do
Camboja nas redes sociais por não falarem bem inglês.
Seus comentários se tornaram
virais e Summers pediu desculpas em uma mensagem no Instagram. A vitória de
Gray foi celebrada na Filipinas, onde os concursos de beleza são muito
populares. Um porta-voz do presidente Rodrigo Duterte afirmou em um comunicado
que a vitória de Catriona Gray colocou o país no mapa por sua "beleza e
elegância".
Agência France-Presse




