Um jovem morador do Sítio Cajueiros registrou na manhã desta quarta-feira (30/01), denúncia de um incêndio criminoso ocorrido na casa de seus pais, na noite desta terça-feira (29/01).
As declarações da vítima, apontaram quem poderia ter perpetrado a ação
criminosa. Diante dos fatos a Polícia Civil chegou a dois jovens,
residentes na avenida Manoel Assis, bairro dos Pereiros, cujo acusados
seriam desafetos da vítima.
Alexandre Nonato Silva, que inclusive é primo da vítima, vocalista e
cabeleireiro e Glayson Rodrigues de Sousa foram autuados em flagrante
delito art. 121, § 2º, II, III, do Código Penal Brasileiro (Dec. Lei
2848) c/c art. 14, II do Código Penal Brasileiro e art.. 147, Código
Penal Brasileiro (Dec. Lei 2848) art. 56, § 1º, I, Crimes Ambientais
(Lei 9605).
No depoimento Alexandre Nonato Silva disse que não gosta da vítima e não
tem relação com a mesma, na noite desta terça-feira, estava curtindo
com a galera em um bar na Rodoviária, quando Glayson chegou e pediu para
acompanhá-lo até o posto de combustíveis, para comprar álcool para uma
moto, que depois afirmou que era pra tocar fogo na casa do Leandro.
Alexandre disse não ter acompanhado o mesmo e nem avisou a família do
Leandro e quem quer que seja acerca das intenções do Glayson. Indagado
porque tem raiva do Leandro, falou o seguinte: "Porque ele é recalcado,
viado, gay, e porque tem inveja do meu bolso"!
Glayson ao ser perguntado pela autoridade policial, o motivo do ataque,
respondeu que era por vingança, porque a vítima anda espalhando que ele é
usuário de drogas, ladrão de moto, e que estava traindo a esposa.
Indagado se estaria arrependido, Glayson foi enfático: "Ele mereceu, já
me arrependi de muita coisa nessa minha vida, mas disso não"!
Declarou ainda que usou uma garrafa pet cheia de combustível, secou o
recipiente inteiro jogando o líquido inflamável pela janela do
domicílio, na cama e no guarda-roupas, e que ainda ouviu os pais de
Leandro gritando, mas se todos da casa morressem para ele era
indiferente, pois queria mesmo era matar o Leandro. No ato o acusado
ainda queimou os braços e a barriga.




