A queda do avião que resultou na morte do então ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki, em janeiro de 2017, foi acidental e não houve crime, concluíram as investigações do Ministério Público Federal e da Polícia Federal, que apontaram para falha do piloto.
O caso foi arquivado dois anos após o acidente que ocorreu no momento da
aterrissagem na cidade de Paraty, no sul do Estado do Rio de Janeiro. A
decisão tomada pelo piloto em um ambiente de condições climáticas
adversas foi o que causou a queda da aeronave, segundo a investigação.
Além de Teori, outras quatro pessoas morreram no acidente aéreo.
“As provas forenses, os depoimentos prestados e análise do voo da
aeronave no dia 19 de janeiro de 2017 afastam qualquer indício de
materialidade de crime de homicídio, seja doloso ou mesmo culposo”,
disse o procurador do MPF do Rio de Janeiro Igor Miranda.
“A ausência de elementos mínimos acerca da existência da materialidade
delitiva indicam o arquivamento da investigação", acrescentou o
procurador responsável pelas investigações.
Durante a aproximação para pouso, em condições restritas de
visibilidade, a aeronave que saíra de São Paulo se chocou contra a água
na Baía de Paraty.
UOL



