O desemprego no país foi de 12%, em média, no trimestre encerrado em
janeiro, de acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística). O índice subiu em relação ao trimestre anterior (11,7%)
após duas quedas consecutivas. Na comparação com o mesmo período do ano
passado (12,2%), o resultado foi considerado estável pelo instituto.
Segundo o IBGE, o número de desempregados no Brasil foi de 12,7 milhões
de pessoas. Isso representa alta de 2,6% em relação ao trimestre
anterior. Na comparação com o mesmo período de 2018, houve estabilidade.
Os dados foram divulgados hoje pelo IBGE e fazem parte da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua.
Informalidade
O total de pessoas ocupadas (92,5 milhões) caiu 0,4% em relação ao
trimestre anterior e cresceu 0,9% na comparação com o mesmo período de
2018.
A quantidade de empregados no setor privado sem carteira assinada caiu
2,8% em relação ao trimestre anterior, chegando a 11,3 milhões de
pessoas. Em relação ao mesmo período do ano anterior, houve alta de
2,9%.
A soma dos trabalhadores por conta própria cresceu 1,2% na comparação
com o trimestre anterior, alcançando 23,9 milhões de pessoas.
Vagas com carteira e rendimento
O número de empregados com carteira de trabalho assinada (32,9 milhões) ficou estável.
Segundo o IBGE, o rendimento médio do trabalhador ficou em R$ 2.270 no
trimestre terminado em janeiro, alta de 1,4% na comparação com o
trimestre anterior e estável em relação ao mesmo período do ano
passado.
Desalento
De acordo com o IBGE, o país registrou 4,7 milhões de pessoas em
situação de desalento (que desistiram de procurar emprego) no trimestre
encerrado em janeiro. O número ficou estável em relação ao trimestre
anterior, mas subiu 6,7% no confronto com o resultado de 2018.
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