Na cidade-símbolo do
desenvolvimento do Brasil, uma mulher não sabe ler e mal consegue escrever o
próprio nome. Na São Paulo capital do trabalho, Solange Ribeiro Correa afirma:
dos 7 aos 36 anos de idade, trabalhou como escrava na casa de uma família. A
justiça determinou que ela receba uma indenização de 1 milhão de reais por
viver numa condição análoga à escravidão.
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