Acuado e
assustado com as sanções internacionais, Bolsonaro foi à TV para provocar um
dos maiores panelaços já realizados no país e para emitir um discurso
protocolar pleno de promessas confusas sobre a devastação da Amazônia. Ele
ainda disse: "as queimadas deste ano não [estão] fora da média dos últimos
15 anos"
A reportagem
do jornal Folha de S. Paulo informa que Bolsonaro "evitou
atacar diretamente autoridades europeias [...] defendeu serenidade e disse que
'espalhar dados e mensagens infundadas dentro ou fora do Brasil não contribui
para resolver o problema'."
Ele disse:
"incêndios florestais existem em todo o mundo e isso não pode servir de
pretexto para possíveis sanções internacionais. O Brasil continuará sendo, como
foi até hoje, um país amigo de todos e responsável pela proteção de sua
floresta amazônica."
Jornal Folha de S. Paulo



