Você está em: NACIONAL // Notícia de Anselmo // 4 de maio de 2020

 

No depoimento que prestou sábado na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, o ex-titular do Ministério da Justiça e da Segurança Pública Sérgio Moro citou nomes de ministros do atual governo para reforçar suas acusações contra o presidente Jair Bolsonaro. Moro teve o cuidado de não implicar os ex-colegas de Esplanada em situações ilegais.

Os ministros estavam presentes em reuniões do ex-juiz com o presidente e foram mencionados apenas como eventuais testemunhas de falas ditas por Bolsonaro nos encontros.

Durante a oitiva, peritos da Polícia Federal extraíram do celular de Moro mensagens trocadas com o presidente, incluindo as que foram deletadas para aumentar o espaço de armazenamento do aparelho. O depoimento de Moro na sede da PF na capital paranaense durou mais de oito horas.

Uma varredura completa foi realizada no celular de Moro e localizou áudios de conversas do ex-ministro com Bolsonaro. Os peritos também copiaram mensagens trocadas por Moro com a deputada Carla Zambelli (PSL-SP), algumas delas que também haviam sido deletadas para liberar espaço de armazenamento, mas que permanecem na memória do aparelho.

O próximo passo é a elaboração de um laudo no Instituto Nacional de Criminalística sobre as conversas e os áudios.
 

Diário do Nordeste
Caderno: NACIONAL
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