Você está em: CEARA // Notícia de Fagner Freire // 25 de novembro de 2020

 


Uma cobra da espécie jiboia, com cerca de dois metros de comprimento, foi capturada em uma chácara no distrito de Gadelha, zona rural de Iguatu, na região Centro-Sul do Ceará, por bombeiros militares, na manhã desta quarta-feira (25), por volta das 10 horas. O animal foi solto em uma área de proteção ambiental.

A dona da chácara, Márcia Oliveira, contou que ficou apreensiva ao perceber a cobra e decidiu ligar para o Corpo de Bombeiros. O tenente Alcântara e o soldado Willami Oliveira atenderam a ocorrência. A dupla contou que “a cobra, durante a apreensão, regurgitou uma presa, um gambá, conhecido popularmente por cassaco”.

A 1ª Seção de Combate a Incêndios e Resgate do Corpo de Bombeiros, em Iguatu, informou que nos últimos três meses, 20 animais foram resgatados e 16 capturados. A média mensal é de 10 animais.

A captura refere-se a animais silvestres, que são devolvidos ao ambiente natural da espécie e o resgate é de bichos domésticos (cães, gatos) que ficam presos.

Para o tenente Diniz, do Corpo de Bombeiros, “o desmatamento, a expansão das áreas urbanas e a escassez de alimento no habitat natural, fazem com que os animais silvestres se aproximem cada vez mais das casas".

A cobra da espécie jiboia não é venenosa e mata suas presas por constrição, impedindo o fluxo sanguíneo. Ela não apresenta glândulas de veneno, nem dentes inoculadores.

 

 

(Diário do Nordeste)

Caderno: CEARA
Obs.: Os comentários abaixo postados, não refletem as opiniões do Ipu Notícias
Comentários
0 Comentários

0 comentários

Faça seu Comentário

Todos os comentários são lidos e moderados previamente
São publicados aqueles que respeitam as regras abaixo:

- Seu comentário precisa ter relação com o assunto da matéria
- Não serão aceitos comentários difamatórios
- Em hipótese alguma faça propaganda de outros sites ou blogs

OBS.: Comentários dos leitores não refletem as opiniões do IN

2010 - Portal Ipu Notícias . Todos os Direitos Reservado. - Desenvolvido por Fagner Freire