Você está em: CEARA // Notícia de Fagner Freire // 28 de abril de 2021

 


O primeiro lote, com um milhão de doses de vacinas contra a Covid-19 da Pfizer-BioNTech, tem previsão de chegada ao Brasil às 19 horas desta quinta-feira, 29, no aeroporto de Viracopos, em Campinas, no estado de São Paulo. Este primeiro lote será distribuído somente nas capitais por indicação do Ministério da Saúde (MS) por uma questão de logística, pela necessidade de refrigeração em temperaturas menores.

O imunizante precisa ser armazenado a 20º C negativos, e segundo a pasta, somente as capitais e o DF apresentam as condições de garantir o estoque seguro das doses. Mantida em temperaturas baixas, as vacinas podem ficar armazenadas por até 14 dias, de acordo com a recomendação do laboratório. Em refrigeradores comuns (entre 2º e 8º), o prazo de validade cai para cinco dias.

Em fevereiro, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro definitivo da vacina contra a Covid-19 produzida pela Pfizer e pela Biontech. Foi a primeira autorização dessa natureza para um imunizante contra o coronavírus no Brasil e em toda a América Latina.

Segundo a CNN Brasil, no dia seguinte à chegada das vacinas, na sexta-feira, 30, o governo federal já deve começar a entrega as doses aos governadores. A revista Veja detalhou o plano de envio que consiste na distribuição desse primeiro lote em duas etapas. Primeiramente, serão enviadas 500.000 doses para aplicação da primeira dose e, uma semana depois, os governos estaduais receberão o restante para aplicação da segunda dose.

Ao longo da próxima semana, mais 650 mil doses do imunizante serão enviadas ao Brasil. O País deve terminar maio recebendo 2,5 milhões doses e até o final de junho, 15 milhões de vacinas do imunizante deverão ter sido entregues. Neste mês, há também a previsão da chegada de superfreezers em outras partes do País, além das capitais e DF. Isso porque o MS já fez a compra de 183 ultracongeladores, dos quais apenas 30 vão estar disponíveis para uso no meio do ano. 

Ceará

Atualmente, o Ceará realiza a campanha de vacinação com dois imunizantes: a Coronavac, produzida pelo Instituto Butantan, e a AstraZeneca/Oxford, ambas já aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O Ceará negociou cerca de 5,5 milhões de doses com o Fundo Soberano Russo, responsável pela comercialização do imunizante, com entrega prometida a partir de abril. O Estado chegou a entrar com recurso no Supremo Tribunal Federal (STF) para que a Agência emitisse um parecer sobre o imunizante, mas a vacina não recebeu a aprovação.

Os fabricantes da vacina russa consideram a decisão “política”. “Os atrasos da Anvisa na aprovação da Sputnik V são, infelizmente, de natureza política e não têm nada a ver com acesso à informação ou ciência”, afirma a conta no Twitter da vacina russa.

 

(O Povo)

Caderno: CEARA
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