A advogada Leydiane Cristina Pereira, de 36 anos, foi presa nesta quarta-feira por policiais civis, em Volta Redonda, no Sul Fluminense. De acordo com o delegado Edézio Ramos, titular da 93ª DP (Volta Redonda), ela é suspeita de envolvimento na morte do técnico de manutenção Francisco Carlos Sciotta da Silva Junior, de 34 anos, ex-companheiro da advogada.
Além dela, a polícia também prendeu, nesta quinta, William da Silva, na cidade
vizinha de Barra Mansa. Ele é acusado de participação na execução de
Francisco, em dezembro de 2020. Bismarck de Souza, que seria o atual
companheiro de Leydiane, está sendo procurado pela polícia e é considerado
foragido.
A exemplo de Leydiane e de William, Bismarck teve a prisão preventiva
decretada pela Justiça por suspeita de envolvimento na morte do técnico de
manutenção. Francisco foi executado a tiros em uma emboscada, em Volta
Redonda, ao atender a um chamado para um conserto de uma máquina de lavar.
Para a polícia, o crime teria sido cometido por questões passionais.
"Ela (advogada) era separada da vítima há algum tempo. Os dois brigavam muito
pela guarda do filho. Isso incomodou o Bismarck, atual companheiro dela. Uma
das razões do crime foi exatamente o ciúme que ele sentia da vítima. A
Leydiane foi a mentora intelectual do crime. Ela ainda recebeu um seguro de R$
16 mil feito pela vítima em nome do filho que os dois tiveram juntos" , disse
o delegado Edézio Ramos.
Francisco foi morto a tiros, no dia 8 de dezembro, em uma rua no bairro Roma.
Segundo a Polícia Civil, há indícios concretos de que Willian e Bismarck
teriam participado do homicídio. "Nossa investigação indicou que os dois
estavam no local onde o crime aconteceu. A vítima foi morta na rua ao chegar
em um endereço para consertar uma máquina de levar", disse o delegado.
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