Você está em: NACIONAL // Notícia de Fagner Freire // 14 de dezembro de 2021

 


O homem suspeito de matar mãe e filha em Guanambi, no sudoeste da Bahia, já havia sido preso em 2018 após se masturbar perto de um imóvel, mas foi solto posteriormente, segundo a Polícia Civil.

Ele foi identificado como Marco Aurélio da Silva, de 36 anos, e também teria praticado outros crimes sexuais na cidade, que não foram detalhados. O g1 tenta localizar a defesa do suspeito.

Marco Aurélio foi preso na segunda-feira (13) e confessou o crime, no entanto, não informou qual seria a motivação. Segundo a polícia, ele não conhecia as vítimas.

Mãe e filha foram identificadas como Alcione Malheiros Teixeira Ribeiro, de 42 anos, e Ana Julia Teixeira Fernandes, de 16. A mulher era técnica de enfermagem e trabalhava no Hospital Geral de Guanambi. Ela deixa o marido e um filho de 21 anos. Já a adolescente, era estudante de uma escola estadual. 

A vítimas foram achadas mortas no domingo (12) em um riacho, às margens da BR-030, na área rural da cidade, após a Polícia Militar receber uma denúncia de uma motocicleta abandonada na região.

Ao fazer uma varredura no local, os policiais encontraram os corpos de mãe e filha, que apresentavam marcas de violência. O Departamento de Polícia Técnica (DPT) e a Polícia Civil foram acionados para procederem com o levantamento cadavérico e a perícia no local de crime. 

Prisão do suspeito

Marco Aurélio foi preso na segunda-feira (13), após ser identificado como proprietário da motocicleta abandonada na rodovia. Ele estava em um imóvel em construção, acompanhando do filho, um adolescente de 16 anos.

De acordo com a Polícia Civil, ele negou ser o dono da moto, porém, em seguida afirmou que seria o responsável, mas que ela teria sido roubada no sábado (11), e que não registrou a ocorrência na delegacia por estar chovendo naquele dia.

Diante da inconsistência das afirmações, o homem foi conduzido, juntamente com o filho, até a delegacia. No local, Marco Aurélio negou a autoria do crime, porém, com as evidências de marcas de arranhões causadas, segundo a polícia, pela fuga no matagal, e em decorrência das inconsistências na sua defesa, ele confessou o crime e contou detalhes.

 Segundo testemunhas, as vítimas faziam uma caminhada pela região e podem ter sido atacadas nesse momento. 

 

 (G1)

 

 

Caderno: NACIONAL
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