Homem é preso na Bahia por dopar mãe e estvpr@r filha no Ceará

Homem é preso na Bahia por dopar mãe e estuprar filha no Ceará
Foto: Reprodução
 


Um homem de 41 anos foi preso na manhã desta quarta-feira (24) na cidade de Luís Eduardo Magalhães, na Bahia, acusado de dopar a mãe e estupr*r a filha dela no Ceará. Segundo a Polícia Civil, o suspeito é investigado por uma série de estupr0s contra duas sobrinhas e uma enteada, crimes que teriam ocorrido entre 2022 e 2025, na cidade de Missão Velha, região do Cariri cearense.

De acordo com as investigações, o homem ministrava remédios para a mãe da vítima à noite, fazendo com que ela dormisse, e aproveitava para abusar da menor. A prisão foi possível graças a uma troca de informações entre as forças de segurança dos dois estados, culminando no cumprimento de dois mandados de prisão preventiva por estupro de vulnerável.

As autoridades seguem apurando o caso para garantir a responsabilização do suspeito e a proteção das vítimas.

Fotos e vídeos compartilhados nas redes sociais, conversas em aplicativos de mensagens e interações em bate-papos de jogos eletrônicos fazem parte da rotina digital de crianças e adolescentes. Contudo, a falta de monitoramento por parte dos responsáveis aumenta os riscos de exposição indevida e sexualização de menores. O alerta é da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), por meio da Polícia Civil do Ceará (PCCE).

O tema voltou à discussão após o influenciador Felipe Bressanim Pereira, conhecido como ‘Felca’, publicar um vídeo no YouTube mostrando como algoritmos e usuários mal-intencionados exploram o ambiente digital para abordagens abusivas e conteúdos inadequados.

A delegada Patrícia Sena, titular da Delegacia de Combate à Exploração da Criança e do Adolescente (Dceca/PCCE), reforça que pais e responsáveis devem monitorar o conteúdo acessado e publicado por menores. Segundo ela, muitas vezes, a tela é utilizada como “babá eletrônica”.

“Recomendo que publicações com crianças e adolescentes sejam o mais restritas possível. Não atualize em tempo real locais visitados com os filhos e evite expor menores em trajes de banho, roupas curtas ou íntimas. A criança deve viver sua infância, sem antecipar fases”, afirma.

A delegada também destacou que suspeitos de crimes cibernéticos acreditam estar protegidos pelo anonimato da internet, mas a polícia dispõe de ferramentas para identificá-los, localizá-los e reunir provas para investigação e responsabilização judicial.


(GCMais)

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