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| Foto: Reprodução / TV Cidade Fortaleza |
Um servente de pedreiro de 45 anos, identificado como Pedro, foi morto a tiros enquanto trabalhava em uma obra no bairro Jardim Bandeirantes, no município de Maracanaú, na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF). O crime, ocorrido em plena luz do dia, chocou moradores da região e familiares, que descreveram a vítima como uma pessoa conhecida na comunidade e de boas condutas. O corpo ficou caído ao lado de um carrinho de mão utilizado no trabalho.
A primeira bala atingiu Pedro, que caiu imediatamente. Em seguida, o atirador efetuou os outros disparos à queima-roupa, todos na cabeça, sem dar chance de sobrevivência à vítima.
Os moradores acionaram o SOS Maracanaú, serviço de urgência e emergência da Prefeitura, mas quando a equipe chegou ao local o homem já não apresentava sinais vitais. De acordo com os socorristas e conforme relatado por quem presenciou o crime, não havia qualquer possibilidade de reanimação, devido à gravidade dos ferimentos.
A Polícia Militar do Ceará (PMCE), por meio do 14º Batalhão, isolou a área até a chegada da Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce). Profissionais da Coordenadoria de Medicina Legal recolheram o corpo, enquanto equipes da Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE) iniciavam o levantamento de informações. Um investigador da Delegacia Metropolitana de Maracanaú esteve presente na cena do crime, buscando indícios e conversando com testemunhas que estavam trabalhando na obra no momento da invasão.
Segundo levantamentos iniciais, a ação do atirador foi planejada. A polícia acredita que o criminoso estudou todo o local e, no momento oportuno, invadiu a obra para efetuar os disparos. A dinâmica do ataque indica execução sumária.
O que intriga moradores e autoridades é que Pedro não tinha inimizades aparentes. Segundo vizinhos, ele era uma pessoa “de boas condutas com a comunidade”. A motivação para o crime permanece desconhecida. A família preferiu não falar com a imprensa.
O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) da PCCE já iniciou a investigação, que seguirá também pelo Núcleo de Homicídios da Delegacia Metropolitana de Maracanaú. Testemunhas que estavam na obra devem ser identificadas e chamadas a depor, já que presenciaram a movimentação no momento em que o criminoso entrou no local.
(GCMais)



