Pacientes diagnosticados na fase inicial do Alzheimer ganharam uma nova opção de tratamento para retardar o declínio cognitivo da doença no Brasil, após a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovar o medicamento Leqembi.
Produzida com o anticorpo lecanemabe, a substância é uma solução que age reduzindo as placas beta-amiloides no cérebro. O acúmulo dessas placas é uma característica definidora do Alzheimer.
A liberação do novo medicamento foi publicada no Diário Oficial da União (Dou) em 22 de dezembro de 2025.
(Diário do Nordeste)



