China cobra libertação imediata de Maduro e pressiona EUA

  

Presidente da China Xi Jinping.

Um dos países aliados da Venezuela, a China pediu aos Estados Unidos, neste domingo (4), a libertação de Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores.

O comunicado do país asiático foi divulgado pelo Ministério das Relações Exteriores da China.

Alegando que a operação e deportação do casal venezuelano violou as normas internacionais, a China afirma que os americanos devem garantir a segurança pessoal dos dois. O comunicado também diz que a melhor maneira de resolver a situação do país latino seria por meio de negociações e diálogos.

A China já havia se manifestado no sábado (3), quando condenou o ataque à Venezuela e disse estar "profundamente chocada" com a ação militar americana.

“A China condena veementemente o uso flagrante da força por parte dos Estados Unidos contra um país soberano e sua ação contra o presidente de outro Estado”, afirmou a chancelaria.

O país asiático tem defendido, nos últimos anos, que problemas internos da Venezuela devem ser resolvidos pelo população, "sem interferência externa".

Pelo menos sete bombardeios foram registrados em Caracas, capital da Venezuela, na madrugada de hoje (3), quando as forças militares especiais dos EUA capturaram o ditador venezuelano Nicolás Maduro e a esposa, Cilia Flores.

Ambos são acusados de narcotráfico e terrorismo nos Estados Unidos e serão julgados pela Justiça estadunidense, como informou a procuradora-geral americana, Pam Bondi.

DN 

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