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| Foto: Divulgação |
Uma idosa de 67 anos ficou ferida após ser vítima de um assalto violento no bairro Cambeba, em Fortaleza. O crime aconteceu no momento em que ela retornava da hidromassagem e estava ao lado do próprio carro, retirando alguns pertences do interior do veículo. Segundo relato, dois homens se aproximaram a pé e a surpreenderam de forma agressiva.
Durante a ação, um dos assaltantes tomou a chave do carro e o outro conseguiu puxar a bolsa da idosa após quebrar a alça. “No que eu caí no chão, ele conseguiu. A alça da bolsa quebrou e aí ele puxou a bolsa”, relatou. Ela ainda tentou descrever os suspeitos: “O da frente eu lembro que estava com a blusa preta. O de trás eu não sei. Era um rapaz novo, na faixa de uns 27 anos”.
A vítima sofreu ferimentos nos joelhos e nos cotovelos. “Ficou tudo muito machucado, meu joelho e meu cotovelo”, disse. Apesar disso, afirmou que o maior impacto foi psicológico. “A gente se sente muito magoada, muito deprimida. Não sai a imagem deles da minha cabeça, da agressão. Eles foram muito brutos, muito brutos. Não sai da minha cabeça”.
Os criminosos fugiram levando o carro, um Fiat Uno prata, além de objetos pessoais que estavam dentro da bolsa, como documentos, celular e uma joia. “A bolsa eles largaram dentro do carro, tiraram tudo do porta-malas. Os documentos do carro estavam jogados dentro do veículo, mas o que tinha dentro da bolsa, eles levaram”, explicou.
Logo após o crime, a idosa avisou a filha e entrou em contato com a empresa responsável pelo rastreamento do veículo. O sistema foi acionado e o carro acabou sendo bloqueado na Avenida Oliveira Paiva, no bairro Cidade dos Funcionários. Uma equipe da Polícia Militar foi chamada e, com o apoio da empresa de monitoramento, localizou o automóvel parado no meio da via.
Durante as buscas, a chave do carro foi encontrada dentro de uma lata de lixo. O veículo foi levado ao 13º Distrito Policial, onde foi restituído à proprietária. Apesar da recuperação do automóvel, os objetos pessoais não foram localizados.
A vítima afirma que o trauma ainda é grande. “É uma situação que tem que ter muito equilíbrio emocional. Não sai da minha cabeça”, reforçou. O caso segue sendo investigado, e, até o momento, os suspeitos não foram presos. A Polícia Militar e a Polícia Civil realizam diligências para tentar identificar e localizar os responsáveis pelo crime.
(GC+)



