Quatro casos suspeitos de Mpox em investigação no CE, diz Sesa

 

Quatro casos suspeitos de infecção do vírus Mpox seguem em investigação no Ceará
Quatro casos suspeitos de infecção do vírus Mpox seguem em investigação no Ceará / Crédito: Débora F. Barreto-Vieira/IOC/Fiocruz

Resumo

  • Quatro casos suspeitos de Mpox são investigados no Ceará;
  • Entre as 12 notificações registradas pela Secretaria da Saúde do Estado (Sesa), oito já foram descartadas;
  • Em 2025, o território cearense registrou 13 casos confirmados da doença;
  • Os sintomas da doença incluem erupções cutâneas ou lesões de pele, linfonodos inchados (ínguas), febre, dor de cabeça, dores no corpo, calafrio e fraqueza.
  • Quatro casos envolvendo a suspeita de infecção do vírus Mpox seguem em investigação no Ceará, aponta comunicado da Secretaria da Saúde do Estado (Sesa), enviado ao O POVO nesta sexta-feira, 27. No total, 12 notificações foram realizadas neste ano, com oito já descartadas.

    Em 2025, o território cearense registrou 13 casos confirmados da doença, com 24 infectados no ano anterior.

    “Os dados indicam manutenção de baixa circulação do vírus no Ceará, com redução no número de ocorrências no último ano. A Sesa segue monitorando o cenário epidemiológico e mantém as orientações de vigilância e prevenção”, afirmou em nota.

    De acordo com o Ministério da Saúde, a doença zoonótica viral, causada pelo mpox vírus (MPXV), pode ser transmitida por meio do contato com uma pessoa infectada, materiais contaminados com o vírus ou animais silvestres (roedores) infectados.

    Até o momento, o Brasil registrou 88 casos confirmados do vírus Mpox, aponta a Agência Brasil. A maioria dos casos está em São Paulo (62 registros desde janeiro de 2026), seguido pelo Rio de Janeiro (15), Rondônia (4) e Minas Gerais (3). 

    Casos suspeitos de Mpox: sintomas da doença

    Os sintomas da doença incluem, em geral, erupções cutâneas ou lesões de pele, linfonodos inchados (ínguas), febre, dor de cabeça, dores no corpo, calafrio e fraqueza.

    O intervalo de tempo para que os sinais sejam identificados é de 3 a 16 dias, podendo alcançar 21 dias. A recomendação do Ministério é procurar uma unidade de saúde para avaliação.

    O Povo 

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