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Moradores relatam que a igreja foi uma das primeiras construções a ser
engolida. Em seguida, a escola, o posto de saúde e dezenas de casas
também desapareceram, em uma das ocorrências naturais mais notórias da
história do Ceará.
Quem ajuda a contar essa história é João Batista dos Santos, pescador conhecido como Tita. A mãe de João morava na vila e precisou deixar sua casa ainda grávida. Não há dados oficiais de quantos moradores foram atingidos, mas o pescador relembra o que ouvia da mulher:
“Já era uma vila muito grande na época. Era maior do que o antigo Serrote, que hoje é Jericoacoara, muito famosa internacionalmente. Naquela época já existia igreja, posto policial, colégio, as pessoas estudavam. Os festejos de lá eram os maiores dessa região. Era uma vila muito grande, que se não tivesse soterrada, hoje era quase uma cidade”.G1


