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O policiais que atenderam a ocorrência disseram em juízo que, no momento da prisão, o réu afirmou que o irmão de 19 anos possuía problemas de saúde mental e estava em surto quando tentou atacá-lo.
Em depoimento à Justiça, José Eduardo reafirmou a versão dada aos agentes. Na decisão, a magistrada considerou que houve legítima defesa, já que a vítima tomava medicação para ansiedade e depressão.
G1


