O homem executado a tiros na Avenida Washington Soares, no bairro Cambeba, em Fortaleza, foi identificado pela Polícia Civil como Jardel, de 30 anos. Durante a investigação, o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) confirmou que ele possuía antecedentes por tráfico de drogas, associação criminosa e associação para o tráfico. O caso segue sendo investigado e, até o momento, ninguém foi preso.
Além da execução registrada quando a vítima seguia para o trabalho, outro episódio chamou a atenção das autoridades. O funeral precisou contar com escolta da Polícia Militar após informações sobre uma possível ameaça de ataque ao velório. Diante da situação, a família decidiu transferir a cerimônia para a Região Metropolitana de Fortaleza.
Homem executado na Avenida Washington Soares seguia para o trabalho
Segundo o DHPP, Jardel foi surpreendido por criminosos enquanto seguia para o trabalho na manhã da última terça-feira. A execução ocorreu na Avenida Washington Soares, uma das principais vias de Fortaleza. A dinâmica do homicídio ainda é apurada pelos investigadores, que buscam identificar os responsáveis e esclarecer a motivação do crime.
Durante o levantamento de informações sobre a vítima, a Polícia Civil constatou que Jardel possuía registros por tráfico de drogas, associação criminosa e associação para o tráfico. Esses antecedentes passaram a integrar o conjunto de informações analisadas pela equipe responsável pela investigação, mas a Polícia Civil não divulgou detalhes sobre a relação entre esse histórico e a execução. Também não foram informados suspeitos identificados nem eventuais linhas de investigação.
Funeral foi escoltado após ameaças
Após a morte, a família passou a conviver com um novo cenário de preocupação. Informações sobre uma possível ameaça de ataque ao funeral começaram a circular, levando ao reforço da segurança no local da cerimônia.
Uma viatura da Polícia Militar permaneceu na residência onde ocorria o velório para garantir a segurança dos familiares e demais presentes. Posteriormente, a família optou por transferir o funeral para a Região Metropolitana de Fortaleza, diante das ameaças relatadas.
Polícia segue investigando autoria e motivação do crime
O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa continua reunindo elementos para esclarecer o assassinato. A investigação busca identificar quem participou da execução e qual foi a motivação do homicídio. Até o momento, a Polícia Civil informou apenas que ninguém foi preso. A apuração prossegue com a análise de imagens, depoimentos e outros elementos que possam contribuir para a identificação dos autores do crime.
O caso permanece sob responsabilidade do DHPP, unidade especializada na investigação de homicídios em Fortaleza e na Região Metropolitana.
(GC+)
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