Carcinicultura: 304 empreendimentos do Ceará serão fiscalizados


 


A ação é realizada, até está sexta-feira, 21 de agosto, pelo Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea) em parceria com o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Ceará (Crea-CE).

A meta, conforme divulgou Daniela Bastos de Queiroz, gerente da Gerência de Fiscalização (Gefisc) do Crea-CE, é que 304 empreendimentos do Estado sejam fiscalizados.

Destaca-se que a escolha do segmento deve-se ao peso do Ceará no cenário nacional, que, de acordo com o conselho, lidera a produção nacional de camarão em cativeiro (57% do volume do País) e movimenta R$ 3,5 bilhões ao ano.

Serão visitados os principais polos de produção do Ceará

Os empreendimentos prioritários foram definidos a partir do cruzamento de dados da Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace), dos registros de Anotações de Responsabilidade Técnica (ARTs) e do cadastro comercial ativo.

De acordo com Daniela, os inspetores focarão nas regiões que concentram a maior produção de camarão do Estado, com destaque para a do Baixo Jaguaribe.

A operação também abrangerá Aracati, Palhano e municípios do entorno. Além disso, Jaguaruana, Morada Nova e Russas funcionarão como pontos de apoio operacional para as equipes.

“As equipes são direcionadas para regiões e unidades em que a atuação fiscalizatória e orientativa pode gerar maior impacto para a regularização, a segurança e a sustentabilidade do setor”, pontuou.

76 agentes de diferentes regiões do Brasil participação da iniciativa

Ao todo, os trabalhos serão conduzidos por cerca de 20 equipes, reunindo 76 agentes de diferentes regiões do País em uma abordagem, que segundo Daniela, terá um caráter predominantemente educativo e orientativo.

A ideia é que haja troca de experiências e padronização de procedimentos.

“Em campo, as equipes visitarão as unidades produtoras, verificarão as instalações e a documentação relacionada às atividades técnicas, identificarão os profissionais responsáveis, registrarão as condições encontradas e orientarão os produtores sobre possíveis adequações”, concluiu.


(O Povo)

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