"A mentira tem perna curta e eles viraram tão poderosos e tão ladravazes que eles esquecem que o povo inteiro do Brasil, não foi só do Ceará, assistiu eu ser candidato a presidente da República numa eleição que foi disputada com o Bolsonaro e com o Lula. E não foi só uma vez, não. Foram duas vezes”, disse.
Ciro disputou as eleições presidenciais de 2018 e 2022, quando Lula e Bolsonaro estiveram entre seus adversários. Em 2018, o petista foi impedido de concorrer e acabou substituído por Fernando Haddad (PT).
“O que é que eles querem fazer é distrair a população para que a gente não discuta aquilo que está em discussão. O que é que está em discussão? O Elmano deveria prestar contas, o cara que está no governo deve prestar contas”, completou Ciro Gomes.
CRÍTICAS AO GRUPO PETISTA
O tucano defendeu a necessidade de uma mudança de “rumo” no Estado, especialmente nas áreas de segurança pública, saúde e economia. O candidato voltou a citar a atuação de facções criminosas e afirmou que o Ceará vive um cenário de "perseguição".
"Essa candidatura nasceu com eu e ele (o ex-senador Tasso Jereissati) resmungando, nós dois. Os dois velhinhos lá meio zangados com as coisas e tal, e acabamos tomando uma decisão: vamos juntar a turma nova", afirmou.
Ciro citou, entre os nomes envolvidos nessa aproximação, o ex-prefeito Roberto Cláudio (União) e os deputados federais Capitão Wagner (União) e André Fernandes (PL), que estiveram em campos distintos em eleições anteriores.
"É possível a gente deixar as diferenças de lado na questão da política nacional e fazer um grande e generoso movimento de unir o Ceará para mudar. E conseguimos", concluiu.
(Diario di Nordeste)



