Banhistas sobreviveram, mas ainda não há detalhes sobre o estado de saúde deles. — Foto: Reprodução
Um cabo da Polícia Militar do Ceará aproveitava sua folga na noite
desta segunda-feira (12) na Praia de Iracema, em Fortaleza, quando avistou dois banhistas se afogando e entrou no mar para salvá-los. Um vídeo gravado pelo filho do agente mostra as duas vítimas deitadas na areia após o resgate (veja acima).
O homem e a mulher haviam pulado de uma ponte, mas não conseguiram
mergulhar com segurança. Eles sobreviveram, mas ainda não há detalhes
sobre o estado de saúde da dupla. O policial estava no local com esposa e
o filho.
"Meu
pai salvou aqui um homem e uma mulher que estavam no fundo do mar.
Avisei meu pai e ele foi (até o mar). Ele foi o salva-vidas. Te elogio
muito", diz a criança.
Confira dicas para prevenção de afogamentos
Nadar apenas em áreas supervisionadas por guarda-vidas;
Evitar entrar na água sozinho ou após ingerir álcool;
Observar e respeitar as placas de advertência e bandeiras de sinalização;
Supervisionar constantemente crianças, mantendo-as sempre ao alcance de um braço;
Não mergulhar de cabeça em locais desconhecidos;
Em situações de perigo, acione o socorro pelo 193 e evite tentativas de resgate sem preparo;
Mantenha-se na linha da cintura ao entrar no mar, até conhecer a profundidade;
Em caso de queimadura por água-viva ou caravela, lave com água do mar ou vinagre, evite coçar e procure atendimento.
Uma grande quantidade de cigarros foi apreendida pela Polícia Militar
do Ceará (PMCE), por meio de uma equipe da Força Tática do 25º Batalhão
de Polícia Militar (25º BPM), na tarde desse domingo (12), no bairro
Tiririca, no município de Pacajus – Área Integrada da Segurança 25 (AIS
25) do estado.
A ação teve início após a composição da Força Tática receber
informações sobre intensa movimentação de veículos de grande porte, como
caminhões e caminhonetes, em um galpão localizado na região. Ao
chegarem ao local indicado, os policiais constataram que o imóvel não
possuía moradores e que o portão encontrava-se apenas escorado, o que
motivou a entrada da equipe para averiguação.
Durante a vistoria, os militares localizaram, em dois cômodos do
galpão, uma grande quantidade de caixas de cigarros armazenadas. Ao
todo, foram apreendidas 245 caixas e 41 maços de cigarros. Nenhum
responsável pelo material ilícito foi encontrado no local.
Todo o material apreendido foi recolhido e encaminhado à Delegacia de
Polícia Civil de Horizonte, onde foi registrado inquérito policial para
os procedimentos legais cabíveis. Diligências seguem para localizar os
suspeitos.
Com informações da Assessoria de Comunicação da PMCE
Familiares do casal assassinado dentro de uma casa na Praia do
Icaraí, em Caucaia, na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF),
retornaram ao local para retirar materiais de construção e pertences que
haviam ficado na residência. O duplo homicídio ocorreu na madrugada da
última sexta-feira (9). Por segurança, a família foi escoltada pela
polícia.
Imagens gravadas pelos próprios parentes
mostram o momento em que eles chegam ao imóvel para recolher os objetos.
Segundo relato de um familiar, a ida ao local foi feita com
acompanhamento policial. “A gente veio aqui em família, escoltado pela
polícia, para retirada do material”, afirmou.
No
local, os parentes encontraram colunas de ferro e outros itens que
haviam sido comprados para a reforma da casa. “Aqui as colunas de ferro
que eles haviam comprado para a reforma. Tem mais ali”, relatou o
familiar, enquanto mostrava os materiais.
O imóvel
havia sido adquirido pelo casal há cerca de seis meses. Eles moravam em
Fortaleza e iam à casa apenas para acompanhar as obras. Aquela teria
sido a primeira vez que decidiram dormir no local.
De
acordo com familiares, o sonho era morar próximo à praia. No entanto,
eles não sabiam que a área era considerada perigosa e marcada pela
atuação de organizações criminosas. Pessoas próximas chegaram a
alertá-los sobre os riscos de permanecer na região, especialmente à
noite, devido ao abandono de casas e à violência recorrente.
Mesmo
assim, as vítimas decidiram passar a noite no imóvel entre a quinta e a
sexta-feira. Durante a madrugada, foram executadas dentro da própria
casa. Até o cachorro da família foi atingido por disparos durante a ação
criminosa.
Mudança de facção no local
Ao
retornarem ao imóvel, os familiares perceberam que o local já havia
sido tomado por outra organização criminosa. Segundo relatos, quando o
crime aconteceu, havia apenas uma sigla pichada na casa. Agora, além
dessa sigla estar marcada com um “X”, uma nova facção teria pichado o
muro da residência.
Ações policiais e prisões
Após
o duplo homicídio, a polícia intensificou o patrulhamento na região do
distrito de Munguba, onde fica a Praia do Icaraí. Durante as ações,
agentes apreenderam roupas camufladas, armamentos, binóculos, rádios de
comunicação e outros materiais.
Três pessoas foram
presas. Segundo a polícia, os suspeitos estavam fortemente armados e
faziam parte de um grupo que tentava se estabelecer na região.
O
tenente Felipe, da Polícia Militar, explicou que o policiamento foi
reforçado desde o crime. “A partir do momento do homicídio,
intensificamos na região o policiamento. Com essa intensificação, houve
uma mudança na dinâmica do crime”, afirmou.
Segundo
ele, os suspeitos entraram em confronto com os agentes. “Eles se
depararam com nossas equipes, que foram ágeis. Houve troca de tiros com
indivíduos fortemente armados, eram cerca de seis. Três foram
capturados, sendo dois de Messejana e um da região da Munguba”,
detalhou.
O oficial ressaltou que os presos não são,
necessariamente, os autores da execução do casal. “Pelo entendimento que
a gente tem, eles não seriam os possíveis executores, mas fazem parte
de uma facção que está tentando se organizar na região. Então, estamos
combatendo os que estavam e os que estão querendo chegar”, explicou.
Ele também destacou que o trabalho contínuo da polícia ajuda a esclarecer o crime.
Investigação em andamento
O
caso segue sob investigação da Polícia Civil, que apura as
circunstâncias do crime, a autoria e a motivação. Equipes da Polícia
Militar isolaram a área após o duplo homicídio, enquanto a Perícia
Forense realizou os levantamentos no local.
A Polícia Militar do Ceará (PMCE) encerrou uma rinha de galo na
cidade de Caucaia – Área Integrada de Segurança 11 (AIS 11) do estado.
Durante a ofensiva, ocorrida nesse domingo (11), um homem foi autuado em
uma unidade da Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE) por crime
ambiental. Na ocasião, foram apreendidas 14 aves, bicos de prata,
esporões e diversos materiais para o crime.
Uma composição policial do 12º Batalhão Policial Militar (12º
BPM) realizava o patrulhamento do bairro, quando recebeu informações
sobre uma suposta rinha de galos. Rapidamente, a equipe chegou ao local e
flagrou o crime.
Durante o atendimento, os policiais militares apreenderam 14
galos, vários bicos de prata, agulhas, linhas para amarrar o bico, uma
serra, um esparadrapo, uma bucha, duas biqueiras, duas tesouras, dois
esporões, entre outros equipamentos.
O proprietário, um homem de 40 anos, e o material apreendido
foram conduzidos até a 1ª Delegacia de Polícia Civil de Caucaia, onde
foi lavrado um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) por crime
ambiental. O homem está à disposição da justiça.
A Delegacia Municipal de Ipu recebeu, na manhã desta terça-feira (13/01), uma queixa de agressão física registrada no bairro Pereiros. O caso teria ocorrido no início da tarde desta segunda-feira.
Segundo relato da vítima, uma mulher de 49 anos, o agressor costumava fazer piadas quando ela passava pelo local. Desta vez, ela procurou a filha do homem para tirar satisfação, momento em que a jovem teria quebrado seus óculos. Em seguida, ainda conforme a denúncia, o homem teria avançado contra ela com um pedaço de ripa com pregos e desferido vários golpes.
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O acordo de livre comércio entre o Mercado Comum do Sul (Mercosul) e
a União Europeia (UE) vai criar a maior zona de livre comércio do
mundo. Um dos impactos do tratado é a redução dos custos de itens
importados da Europa para o Brasil, já que o acordo reduz ou elimina
tarifas para diversos produtos.
Entre os itens que podem ficar mais baratos estão azeite, champanhe, chocolate e vinhos,
com reflexos em todo o território brasileiro. Por outro lado, no Ceará,
além da possível queda de preços desses produtos, é preciso ter cautela
em relação ao desenvolvimento das cadeias produtivas locais.
Leia abaixo análises sobre os impactos positivos e negativos do Acordo Mercosul-UE no consumo e no mercado cearense.
Preços mais baratos
Segundo Wandemberg Almeida, presidente do Conselho Regional de
Economia do Ceará (Corecon-CE), produtos produzidos na UE e que estão
consolidados no bloco europeu podem vir mais competitivos para o Estado.
"Pode trazer um impacto até positivo, porque vamos ter a entrada de vinhos e champanhes e
ter um barateamento do produto. Isso pode favorecer para o consumidor
final, mas pode ser empecilho para o mercado interno, que estava
buscando essa fatia de mercado", declara o especialista.
O desafio, conforme o economista, é como lidar com a questão em meio ao crescimento do setor cearense.
Há um risco de oscilação no preço, principalmente no curto prazo.
Como a gente vai ter acesso a esse novo mercado europeu, isso pode
trazer mais produtos importados, principalmente aqueles que o mercado
europeu tem mais expertise, podendo prejudicar inicialmente a indústria de bebidas alcoólicas no País".
Como ficam as exportações do Ceará?
O principal parceiro comercial do Ceará, quando são consideradas as
exportações, são os Estados Unidos. Em 2025, dados da plataforma
ComexStat, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e
Serviços, apontam que 45,5% das comercialização entre o Estado e outro
país tiveram como destino o território estadunidense.
Nas importações, a China é a maior parceira comercial do Ceará, com
32,2% do volume em 2025. Quando são considerados membros da UE, a Itália
é o principal destino das exportações locais; a Alemanha, por sua vez, é
o país no qual mais são importados produtos para o Estado.
Para especialistas ouvidos pela reportagem, o acordo que vai criar uma região de livre comércio entre 32 países (cinco do bloco sul-americano e 27 do europeu) tem benefícios importantes a serem trazidos para o Ceará.
Apesar disso, é fundamental que os representantes cearenses dos
setores produtivos analisem as condições impostas pela reconfiguração,
que podem pressionar mercadorias já produzidas pelo Estado.
"Ceará tende mais a ganhar do que a perder"
Na análise de Wandemberg Almeida, o Estado tem "produtos exportadores
competitivos", como aço e minério de ferro, pescados e frutas, e deve
ser mais beneficiado do que prejudicado com o acordo.
"Temos um mercado muito forte e teremos acesso facilitado à Europa.
Serão mais de 700 milhões de consumidores agora. Isso vai ajudar a
reduzir as tarifas do que é exportado pelo Mercosul para o bloco
europeu. Isso ajuda no acesso dos produtores brasileiros a novos
mercados, podendo ter aumento no PIB. O Ceará, com a ZPE, com o porto
seco, veremos melhoras na logística, o que pode casar com a
Transnordestina", lista.
João Mário de França, professor da pós-graduação em Economia da
Universidade Federal do Ceará (UFC) e Pesquisador do FGV Ibre, destaca
que a redução gradual ou até mesmo a extinção de algumas tarifas de
exportação para os países da UE surge inicialmente como o principal
trunfo.
Foto:Honório Barbosa/Agência Diário.
"Além disso, essa redução de tarifas diminui os custos de produção
para empresas cearenses que dependem de insumos importados desse mercado
no seu processo de produção. Com a perspectiva de aumento das
exportações e de integração em cadeias produtivas, isso pode atrair
novos investimentos no Estado, alavancando emprego e renda", considera o
professor.
O economista e professor Ricardo Eleutério afirma que o acordo é
"extremamente positivo" por estimular, sobretudo no caso do Ceará, com
clara vocação econômica exportadora, a produtividade.
"Teremos a inserção das empresas e exportações cearenses na economia
europeia por meio de mais competitividade; a atração de investimentos,
que o comércio internacional também produz", avalia.
Concorrência industrial com UE pode afetar o Ceará
Os três especialistas, no entanto, também salientam que outro desafio
está na cadeia produtiva industrial, sobretudo em virtude do elevado
desenvolvimento do setor nos países que compõem a UE.
"Pode-se abrir uma concorrência industrial com a UE, que já é
competitiva em manufaturas. Esse acordo pressiona setores das indústrias
locais, favorecendo a melhor implementação e há um certo ajuste dentro
da economia", argumenta Wandemberg Almeida.
Como a tendência é de, gradualmente, as tarifas de importações e
exportações, de modo geral, serem retiradas, Ricardo Eleutério observa
que o setor industrial cearense terá de se reorganizar para manter a
competitividade frente à futura entrada dos produtos europeus no Estado.
Foto:Celso Tomaz/Cipp/Divulgação
"Vamos nos deparar com produtos que vão ingressar na economia
cearense com maior competitividade por causa da redução e remoção de
tarifas. Precisamos estar preparados, que é um desafio diante dessa
maior concorrência internacional que deve se estabelecer no nosso Estado
e no Brasil como um todo", alerta o professor.
Para João Mário de França, o mercado cearense precisa mostrar atenção
principalmente com as rígidas legislações europeias para produtos
agropecuários. Há quase uma década, as importações de pescados
brasileiros para os países da UE estão suspensas por irregularidades.
Haverá uma série de desafios. Diante do aumento da concorrência
interna em certos setores, vai exigir uma maior competitividade das
empresas cearenses, além de adaptação o mais rápido possível a adoção de
certas práticas ambientais e sanitárias exigidas pela comunidade
europeia que acabam funcionando como barreiras não tarifárias".
Agro prevê impactos positivos, mas mostra atenção com leite
Amílcar Silveira, presidente da Federação da Agricultura e Pecuária
do Estado do Ceará (Faec), enfatiza que o acordo entre os dois blocos
econômicos trará resultados benéficos para a cadeia local, especialmente
para setores como a criação de camarão, na qual o território cearense é líder nacional, e a fruticultura.
"Acho que o acordo é benigno, faz muito bem ao agronegócio do Brasil.
É uma oportunidade de a gente crescer. Temos competitividade para
brigar com o europeu, só não podemos enfrentar porque a Europa é um
continente rico e, infelizmente, não temos essa força pra competir com
subsídios. Fora isso, está tranquilo. Nos critérios normais de
enfrentamento, estamos tranquilos, é ótimo para nós", pondera.
O desafio do setor, de acordo com ele, está na cadeia produtiva do
leite. Amílcar diz que produção nos países da UE é subsidiada, algo que
não acontece atualmente nem no Ceará nem no Brasil, segundo ele.
"Acho que o leite vai perder, mas todos os outros produtos vão
ganhar. O produtor de leite europeu consegue vender o leite mais barato.
O objetivo lá não é lucro, porque o lucro lá é o subsídio que ele tem.
Não vamos conseguir competir aqui com isso, mas o resto, estamos
tranquilos", decreta.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei que muda as
regras para quem trabalha no rádio, padronizando a carteira profissional
de radialista no Brasil. A Lei nº 15.335/2026 garante que todos os
radialistas poderão tirar a carteira profissional de forma mais simples,
com validade em todo o país.
Antes, a carteira era emitida apenas por sindicatos.
Agora, ela poderá ser feita pelo Ministério do Trabalho, pela Federação
dos Trabalhadores de Radiodifusão e TV (Fitert) e pelos sindicatos da
categoria.
A carteira deverá conter o número da Carteira de
Trabalho e Previdência Social, fotografia, número do registro
profissional e cargo específico, entre outras informações pessoais. Os
radialistas não sindicalizados poderão emitir a identidade profissional
desde que estejam registrados no órgão regional do ministério.
Segundo
o Governo Federal, a nova norma é um avanço para a categoria, já que
padroniza a identificação do profissional, dá segurança jurídica e
assegura igualdade no acesso ao documento, seja o trabalhador filiado a
sindicato ou não.
Radialistas no Brasil
A
carreira de radialista no Brasil existe há cerca de 100 anos, com
origens ligadas ao surgimento das primeiras emissoras de rádio na década
de 1920. A primeira transmissão oficial ocorreu em 7 de setembro de
1922, durante as comemorações do Centenário da Independência, marcando o
nascimento do rádio brasileiro e das funções iniciais como locução e
produção de conteúdo.
Em
1923, a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro (considerada a primeira
emissora regular), fundada por Edgar Roquette-Pinto, profissionalizou
locutores e animadores com foco educativo e jornalístico, evoluindo para
radiojornalismo na década seguinte com coberturas como a Revolução
Constitucionalista de 1932 pela Rádio Record.
A profissionalização
ganhou força nos anos 1930, com a comercialização das rádios sob
Getúlio Vargas e a obrigatoriedade de programas nacionais em 1938,
criando demanda por radialistas em locução, jornalismo e entretenimento.
Cursos técnicos e o Dia do Radialista (21 de setembro, instituído em
1980) formalizaram a carreira, que se expandiu na Era de Ouro do Rádio
(décadas de 1940-1950).
Credibilidade
O
rádio tradicional segue como pilar de confiança no consumo de áudio no
Brasil, alcançando 79% da população em 13 regiões metropolitanas
monitoradas, conforme a 48ª edição do estudo Inside Audio 2025 da Kantar
IBOPE Media, divulgado em agosto de 2025. Apesar da expansão de
podcasts e streamings, o meio AM/FM registra média de 3h47 diárias de
escuta, com ouvintes destacando informação (60%), emoção (54%) e
companheirismo (29%), reforçando sua credibilidade em um cenário de
fragmentação midiática.
Em praças como Belo Horizonte (87%), Porto
Alegre (84%) e Fortaleza (81%), o rádio lidera com força local,
atingindo ouvintes únicos em 30 dias e se adaptando ao digital: 70% usam
AM/FM, mas 33% acessam via YouTube e 16% por apps de áudio sob demanda.
A pesquisa, baseada em dados do segundo trimestre de 2025, confirma
estabilidade mesmo após ajustes metodológicos, com 92% dos brasileiros
consumindo áudio em múltiplos formatos.
Entre ouvintes, 56%
apreciam anúncios sonoros pela proximidade e humor, com 43% admitindo
compras pós-campanha, valorizando promoções e criatividade dos
locutores. Especialistas da Kantar destacam o áudio como “presença
constante” para marcas, em multitarefa diária, enquanto emissoras
expandem para redes sociais (12%), mantendo relevância geracional.
A fisioterapeuta Viviane Soares, sobrevivente de acidente no Ceará, continua internada em estado grave — Foto: Reprodução
A mulher sobrevivente da colisão que deixou três mulheres da mesma família mortas
no Ceará continua internada, em Quixeramobim, em estado grave e sem
previsão de alta. O acidente envolvendo três carros ocorreu neste sábado
(10) em um trecho da BR-020, no município de Canindé.
Identificada como Viviane Soares dos Santos, ela é fisioterapeuta e irmã gêmea de Vitória Soares dos Santos, que morreu no acidente. A mãe e uma prima de Viviane eram as outras vítimas.
Segundo o Hospital Regional do Sertão Central, no município de
Quixeramobim, a paciente está internada na unidade desde o sábado (10),
continua em estado grave com acompanhamento da equipe multiprofissional e
sem previsão de alta.
O Corpo de Bombeiros informou que três vítimas morreram no local,
enquanto Viviane foi socorrida e levada para o hospital. Ainda conforme a
corporação, as quatro mulheres estavam no mesmo carro no momento do
acidente.
Um segundo veículo teve um ocupante socorrido com ferimentos e
encaminhado para atendimento médico. No terceiro veículo envolvido, não
houve registro de pessoas feridas.
Quem eram as vítimas
Vítimas mortas em acidente com três carros em Canindé, no Ceará. — Foto: Redes sociais/Reprodução
As três mulheres que morreram no acidente eram naturais do município de Boa Viagem, no Ceará. Elas foram identificadas como:
Vitória Soares dos Santos,
29 anos, enfermeira da UAPS Pe. Paulo, em Boa Viagem, no interior do
Ceará. Ela possuía uma clínica no mesmo município e era irmã gêmea de
Viviane.
Maria Benoli Soares dos Santos, 64 anos, comerciante e mãe de Vitória e Viviane.
Sarah Farias Pimentel,
22 anos, prima de Vitória e Viviane. Era estudante de licenciatura em
Química no Campus de Boa Viagem do Instituto Federal do Ceará (IFCE) e
monitora do Projeto Profissionalizar e Incluir da Prefeitura de Boa
Viagem.
Viviane, que sobreviveu ao acidente, administrava uma clínica com a irmã gêmea em Boa Viagem.
Viviane Soares (à esquerda na foto) e a irmã gêmea, Vitória Soares (à
direita na foto), foram vítimas de acidente em Canindé, no Ceará — Foto:
Reprodução
Condenada a mais de 39 anos de prisão pela morte dos pais, Suzane von Richthofen, causou tumulto no 27º Distrito Policial (Campo Belo), na zona sul de São Paulo, no último sábado (10/1), ao reivindicar a liberação do corpo tio materno, o médico Miguel Abdalla Neto, 76, encontrado morto no dia anterior, em sua residência, na mesma região da cidade.
Segundo fonte policial ouvida pelo Metrópoles, a
documentação havia sido iniciada por uma prima do médico. No entanto,
Suzane tentou tomar a frente, sob o argumento de ter o parentesco
necessário para assumir os trâmites. Toda essa movimentação provocou
atraso na finalização da papelada.
Surpresos, policiais que estavam de plantão a reconheceram Suzane. Ela havia se apresentado no DP com o nome atual, Suzane Louise Magnani Muniz, que passou a utilizar após o casamento com o médico Felipe Zecchini Muniz, com quem teve um filho.
Ainda conforme o relato, Suzane também foi até o IML onde estava o
corpo do tio na tentativa — sem sucesso — de liberar o corpo do parente —
que foi ex-inventariante do espólio e tutor de Andreas von Richthofen,
filho mais novo do casal assassinado e irmão de Suzane.
Morte suspeita
Apesar de não haver sinais de violência ou indícios de crime, o
boletim de ocorrência sobre o encontro do cadáver de Miguel Aballa, na
rua Baronesa de Bela Vista, em Vila Congonhas, foi registrado como
morte suspeita e é objeto de inquérito na delegacia, a mesma responsável pelo boletim de ocorrência do assassinato dos pais de Suzane a mando dela, em outubro de 2002, crime executado pelos irmãos Daniel e Cristian Cravinhos.
Uma viatura da Polícia Militar do Ceará (PMCE) ficou completamente
destruída após pegar fogo em um trecho movimentado do Anel Viário, no
município do Eusébio, na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF), nesta
segunda-feira (12). O incidente provocou pânico entre motoristas e
pessoas que passavam pelo local, além de causar lentidão no trânsito da
região.
De acordo com as informações apuradas pela equipe de
reportagem da TV Cidade Fortaleza, a viatura pertencia ao 15º Batalhão
de Polícia Militar e era ocupada por uma equipe da Força Tática, que
realizava patrulhamento rotineiro pela rodovia, nas proximidades do
quilômetro 17 da CE-010, próximo a um shopping. Durante o deslocamento,
os policiais perceberam fumaça saindo do capô do veículo e imediatamente
encostaram a viatura no canteiro do Anel Viário.
Os agentes
conseguiram desembarcar rapidamente e, em uma tentativa inicial de
conter o incêndio, ainda utilizaram extintores de incêndio disponíveis
no local. No entanto, as chamas se alastraram de forma rápida e intensa,
consumindo completamente o veículo.
O
fogo assustou os presentes – tanto os policiais quanto as pessoas que
transitavam pela rodovia naquele momento. Apesar da gravidade da
ocorrência, nenhum policial militar ficou ferido.
O cenário após o
incêndio era de total destruição. A parte interna da viatura foi
completamente danificada pelas altas labaredas, caracterizando perda
total do veículo. A Polícia Militar confirmou que o sinistro,
inicialmente, é tratado como uma possível pane elétrica, embora a causa
definitiva ainda dependa de apuração técnica.
Equipes do Corpo de
Bombeiros Militar do Ceará foram acionadas e enviaram pelo menos duas
unidades para o local, conseguindo controlar o incêndio. Após o combate
às chamas, os bombeiros deixaram a área, enquanto a Polícia Militar
permaneceu no endereço realizando os procedimentos necessários. Um
oficial da corporação também compareceu ao local para acompanhar a
ocorrência.
O
incêndio provocou congestionamento e dificultou o fluxo de veículos no
Anel Viário, situação já comum em horários de maior movimento, mas que
foi agravada pelo episódio atípico. O Batalhão de Polícia de Trânsito
Urbano e Rodoviário Estadual (BPRE) foi acionado para auxiliar no
controle do tráfego e garantir a segurança dos condutores que passavam
pelo trecho.
Pessoas que trabalham no entorno e motoristas que
transitavam pela rodovia presenciaram a cena, considerada incomum devido
à proporção do incêndio e ao fato de envolver uma viatura policial. A
ocorrência foi comunicada às autoridades competentes.