Decoração da Copa destruída por caminhão em Fortaleza custou R$ 2 mil

 

Caminhão destrói decoração da Copa do Mundo em rua de Fortaleza e revolta moradores

Caminhão destrói decoração da Copa do Mundo em rua de Fortaleza e revolta moradores

Um caminhão destruiu, na manhã desta terça-feira (9), a decoração feita especialmente para a Copa do Mundo de 2026 e festejos juninos que estava na rua Fernando Farias de Melo, no bairro Vila Manoel Sátiro, em Fortaleza.

G1 

Tatu-bola segue ameaçado de extinção 12 anos após ser o Fuleco

 Especialista alerta para degradação da Caatinga e possível extinção do tatu-bola

 De acordo com a Associação Caatinga, organização da sociedade civil que atua na conservação do bioma Caatinga, o tatu-bola perdeu cerca de 50% de sua área de ocorrência natural nos últimos 27 anos e continua sofrendo com desmatamento e caça. Ao ser escolhido como mascote na Copa de 2014, o intuito era debater sua preservação. Houve avanços, mas o cenário ainda preocupa.

G1 

Influenciadora tem doença rara que transforma músculos em ossos

 Martinha Brito, 47 anos, mora em Viçosa do Ceará, na região da Serra da Ibiapaba. — Foto: Redes sociais/Reprodução

 Martinha mora em Viçosa do Ceará, no interior do estado, e acumula mais de 200 mil seguidores no Instagram. Em seus perfis, ela publica vídeos mostrando a rotina com a doença, que, em muitos momentos, encara com bom humor.                                                                                                        Nas redes sociais, Martinha responde a dúvidas de seguidores sobre como toma banho, se alimenta ou dorme. “Eu comecei a publicar meus vídeos, a aprofundar mais o conhecimento sobre a minha patologia. Assim, eu fui ganhando seguidores. Hoje, para mim, é uma honra mostrar sobre essa condição que é rara e também motivar as pessoas a continuar lutando”

 

G1 

Idoso de 80 anos morre atropelado por trem em Caucaia

 

Idoso de 80 anos morre atropelado por trem em Caucaia (CE) — Foto: Reprodução

Idoso de 80 anos morre atropelado por trem em Caucaia (CE)

Um homem de 80 anos morreu atropelado na manhã deste sábado (13) por um trem de carga no bairro Genipabu, no município de Caucaia, Região Metropolitana de Fortaleza.

A dinâmica do atropelamento não foi informada. A Secretaria da Segurança Pública do Ceará (SSPDS) informou apenas que o idoso morreu "após se envolver em um acidente com um trem" no bairro.

G1 

Bolsa esquecida em Crateús é devolvida sem R$ 2,8 mil em dinheiro

 

Mulher esquece bolsa com R$ 2,8 mil em lanchonete e perde dinheiro

Mulher esquece bolsa com R$ 2,8 mil em lanchonete e perde dinheiro

Uma mulher teve um prejuízo de R$ 2,8 mil após esquecer uma bolsa em uma lanchonete na cidade de Crateús, no interior do Ceará, nesta terça-feira (9). O caso é investigado pela Polícia Civil.

Segundo a proprietária, a bolsa continha roupas e R$ 2.800 em espécie. Após terminar o lanche, ela deixou o estabelecimento sem perceber que havia esquecido o pertence..

G1 

Motociclista morre em Nova Russas após ser atingido por caminhonete

 Motociclista morre após ser atingido por caminhonete que fugiu sem prestar socorro em Nova Russas — Foto: Reprodução

Um motociclista morreu após ser atingido por uma caminhonete na noite desta sexta-feira (13), em Nova Russas, no interior do Ceará. O motorista do veículo fugiu do local sem prestar socorro à vítima e, até o momento, não foi identificado.

A vítima é Heleno Ferreira de Sousa, de 49 anos. Segundo a Polícia Militar, o acidente aconteceu por volta das 18h, quando uma caminhonete colidiu na traseira da motocicleta conduzida por Heleno.

G1 

Queda de aeronave no Recreio dos Bandeirantes causa explosões no Rio

 

Um dos helicópteros que caíram no Recreio — Foto: Reprodução/TV Globo

Aeronave de pequeno porte cai no Recreio dos Bandeirantes, no Rio

O Corpo de Bombeiros foi acionado às 8h59 para a ocorrência. As aeronaves caíram no terreno de uma igreja abandonada que havia sido alugado pela BYD.

Um dos helicópteros explodiu ao atingir o solo, e as chamas se alastraram pelos veículos elétricos, o que causou mais explosões. O outro não pegou fogo.

Uma das aeronaves tinha passageiros e teria decolado de Mangaratiba, na Costa Verde. Na outra, estaria somente o piloto.

O acidente foi no quarteirão da Avenida das Américas com as ruas Beth Lago e Rivadávia Campos.

A pista lateral da Avenida das Américas no trecho foi fechada para o socorro.

Por volta das 10h, o fogo já havia sido controlado.

Esta reportagem está em atualização.

 

g1 

 Jovem de 21 anos morre após ser lançada sem corda de plataforma de rope jump em Limeira — Foto: Reprodução/Redes sociais

 

O momento da queda foi registrado em vídeo por testemunhas que flagraram o momento em que a jovem foi empurrada da plataforma sem que a corda estivesse conectada ao corpo dela (assista acima).

LEIA TAMBÉM:

Três homens foram presos em flagrante pela Polícia Civil. A seguir, o g1 reúne perguntas e respostas com o que se sabe sobre o caso:

Jovem de 21 anos morre após ser lançada sem corda de plataforma de rope jump em Limeira 

Quem era a vítima?

Maria Eduarda tinha 21 anos e era natural de Jandira (SP). Com formação em educação física e gestão esportiva, e costumava compartilhar nas redes sociais sua paixão por atividades ao ar livre e pela natureza.

Horas antes de morrer, ela publicou fotos mostrando o local do salto, as pulseiras de identificação e brincou com a situação. Em uma das postagens, escreveu: "Quem foi o doido que deixou eu vir pular de uma ponte???".

Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, morta após ser lançada em rope jump sem corda 

Como o acidente aconteceu?

Um vídeo que circula nas redes sociais mostra Maria Eduarda sendo carregada por três funcionários até a beirada da plataforma. Ela é impulsionada para frente e, logo após a queda, ouvem-se gritos de desespero dizendo "a corda" e "gente, a corda".

A jovem caiu de uma altura de 40 metros e teve a morte constatada no local pelas equipes do Samu e do Corpo de Bombeiros.

Segundo a Polícia Civil, o equipamento grosso que deveria estar preso ao corpo da vítima para segurar a queda foi esquecido e ficou enrolado no chão da estrutura de salto.

Uma testemunha, que saltaria logo após a jovem, relatou que os instrutores não fizeram a checagem de segurança na vez de Maria Eduarda.

Ao contrário do bungee jump, que usa uma corda elástica e faz a pessoa "quicar", o rope jump interrompe a queda de forma controlada e faz o praticante balançar de um lado para o outro, como um pêndulo humano.

Por ser uma atividade de risco extremo, empresas profissionais adotam protocolos rígidos, como a checagem dupla, onde mais de um instrutor confirma se todos os equipamentos estão fixados antes de autorizar a queda.

Quem era responsável pelo salto?

Eles eram um grupo de praticantes do esporte que se conheceram e, há cerca de um ano, passaram a promover eventos em vários destinos.

Por que a corda não foi presa à jovem na hora do salto?

Segundo testemunhas e a Polícia Civil, houve uma falha grave na checagem dos equipamentos e os instrutores simplesmente esqueceram de conectar o sistema de segurança em Maria Eduarda.

Um cliente que saltaria logo em seguida relatou que os funcionários ignoraram a conferência padrão na vez dela. A corda grossa que deveria segurar a queda da jovem ficou enrolada no chão da plataforma.

Em depoimento à polícia, os três instrutores presos não souberam explicar o motivo do erro. A delegada responsável pelo caso afirmou que eles se mostraram desnorteados e alegaram não se recordar de quem era a obrigação de colocar a corda, nem o porquê de a fiscalização final não ter sido feita antes de empurrarem a vítima.

Morte de jovem em rope jump sem corda: três homens serão investigados por homicídio com dolo eventual — Foto: Reprodução

O grupo tinha autorização para atuar no local?

A polícia informou que o grupo não tinha nenhum tipo de autorização para realizar saltos na região da Ponte do Esqueleto. Mesmo sem a permissão legal para uso do espaço, a atividade organizada por eles naquele sábado reunia cerca de 100 participantes.

Quais os crimes investigados e próximos passos da investigação?

Para a delegada do caso, ao não fazerem a checagem da corda, eles assumiram o risco de produzir o resultado trágico.

A polícia agora vai ouvir outras testemunhas e aguarda a conclusão dos laudos da perícia. Com o avanço do inquérito, os instrutores poderão ser formalmente denunciados à Justiça e responder criminalmente pela morte da jovem.

Qual o posicionamento dos instrutores presos?

O advogado de defesa afirmou que os três clientes são apaixonados pelo esporte, atuam há anos e nunca tiveram problemas. Ele classificou o caso como uma "triste fatalidade".

De quem é a responsabilidade pelo local?

A Ponte do Esqueleto, onde ocorreu a tragédia, é de responsabilidade do Governo Federal. Em nota, a Secretaria do Patrimônio da União (SPU) disse estar "à disposição das autoridades para colaborar nas investigações".

Segundo o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, o local faz parte do patrimônio imobiliário da extinta Rede Ferroviária Federal (RFFSA) e foi classificado como bem não operacional a cargo do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT).

"A ponte do Esqueleto pertencia a trecho não implantado do ramal da RFFSA entre Limeira e Cordeirópolis, no interior de propriedades particulares. A transferência patrimonial para a superintendência da SPU de São Paulo foi finalizada em março de 2026", detalhou, em nota.

Ponte do Esqueleto, em Limeira; jovem de 21 anos morreu após fazer salto de rope jump sem corda

g1 

‘Estátua viva’: Influenciadora viraliza com rotina falando de doença rara que transforma músculos em ossos

 Martinha Brito, 47 anos, mora em Viçosa do Ceará, na região da Serra da Ibiapaba. — Foto: Redes sociais/Reprodução

O Tribunal do Júri condenou, na última quinta-feira (11), Francisco Jamerson Sousa de Freitas e Marcelo Rodrigues Campos a uma soma de mais de 90 anos de prisão por matar e atear fogo aos corpos de dois homens que eles acreditavam ser de uma facção rival. O crime aconteceu no bairro Pedras, em Fortaleza, no ano de 2020.

De acordo com a denúncia do Ministério Público do Ceará (MPCE), o crime foi cometido por Jamerson, Marcelo e outros suspeitos - todos membros da facção criminosa Guardiões do Estado (GDE) - sob ordens de Marcílio de Freitas Assunção, apontado chefe da GDE no bairro Pedras à época.

As vítimas, Francisco Antônio da Silva Flor e Carlos Kauã Ferreira Cunha, eram moradores do bairro Genibaú, mas estavam no bairro Pedras em visita à casa da mãe de Kauã. Na tarde do dia 9 de abril, os suspeitos invadiram a residência e levaram os dois homens para um matagal nas proximidades.

No local, os dois homens foram executados pelos membros do GDE, que acusaram a dupla de integrar a facção rival, Comando Vermelho (CV). Os corpos foram deixados na mata.

A investigação policial afirma que ao notar a presença de urubus na região onde estavam os cadáveres, Marcílio ordenou que Marcelo e Jamerson colocassem fogo nos corpos dos mortos.

Acusações do MP

Jamerson, Marcelo e Marcílio foram denunciados pelo Ministério Público do Ceará pelos crimes de duplo homicídio qualificado, ocultação de cadáver e integrar organização criminosa. Contra Marcílio pesava ainda a acusação de chefiar organização criminosa.

Os três foram levados a júri popular na 2ª Vara do Júri da Comarca de Fortaleza. No entanto, por problemas relacionados à banca de defesa, o julgamento de Marcílio - apontado como o mandante do crime - foi desmembrado dos demais, e apenas Jamerson e Marcelo foram julgados na sessão desta quinta (11).

O júri considerou Jamerson e Marcelo culpados por duplo homicídio qualificado, ocultação de cadáver e organização criminosa.

Jamerson Sousa de Freitas foi condenado a 41 anos, um mês e 15 dias de prisão, bem como 240 dias-multa. Já Marcelo foi condenado a 51 anos, sete meses e 15 dias de prisão, além de 240 dias-multa. Somadas, as penas ultrapassam 92 anos de prisão.

Os dois réus também foram sentenciados a pagar indenização de R$ 20 mil cada às das vítimas. Eles devem cumprir as pena em regime fechado e não podem recorrer da sentença em liberdade. A Justiça ainda não informou uma nova data para o julgamento de Marcílio, apontado chefe da facção e mandante do crime.

Membros de facção são condenados a 90 anos de prisão por matar e carbonizar dois homens em Fortaleza

g1 

Ceará registra caso suspeito de reação grave à vacina contra dengue do Butantan

 

Imagem de apoio ilustrativo: caixa da vacina Butantan-DV, fabricada pelo Instituto Butantan para imunização contra a dengue

  • Um caso grave de reação à vacina contra dengue foi registrado no Ceará em uma mulher de 39 anos, que precisou de UTI. A investigação do Ministério da Saúde segue em andamento, enquanto a aplicação do imunizante está temporariamente suspensa no país.
  • Um dos três possíveis casos de reações graves à vacina contra dengue produzida pelo Butantan é do Ceará, conforme a Secretaria da Saúde do Estado (Sesa). A ocorrência envolve uma mulher de 39 anos, residente em Fortaleza, que foi vacinada e hospitalizada.

    No Estado, 44.809 pessoas já foram vacinadas com o imunizante, sendo 21.379 trabalhadoras da Atenção Primária à Saúde, de acordo com a Sesa.

    A paciente de 39 anos com caso grave apresentou febre, mialgia (dor muscular) e náuseas seis dias após receber a vacina. O quadro evoluiu para sintomas de dengue grave, com choque e necessidade de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), segundo informações da Agência Brasil.

    Ela recebeu assistência imediata da rede de saúde, evoluiu para a completa recuperação e recebeu alta. A ocorrência foi averiguada pelo Comitê Interinstitucional de Farmacovigilância de Vacinas e Imunobiológicos (CIFAVI) do Ministério da Saúde.

    Por ter se manifestado após a vacinação, o quadro de saúde da paciente foi temporariamente classificado como um Evento Supostamente Atribuível à Vacinação ou Imunização (Esavi).

    “No entanto, a investigação segue em andamento e, até o momento, não é possível estabelecer qualquer relação de causa e efeito entre o quadro clínico e o imunizante”, informa a Sesa.

    Segundo a Secretaria, o caso em investigação envolvendo a residente de Fortaleza vacinada com a Butantan-DV no Estado integra o monitoramento de rotina realizado pelo Ministério da Saúde (MS), no âmbito da farmacovigilância.

    “A vigilância de eventos adversos é uma prática padrão indispensável para garantir a segurança de todas as vacinas utilizadas no país. A identificação e a apuração rigorosa desses casos demonstram que os mecanismos de monitoramento funcionam de forma ativa, segura e transparente”, afirma a Pasta, em nota.

    Complicações com a vacina contra a dengue: 42 casos sob investigação 

    A ocorrência está entre os registros anunciados pelo órgão federal na segunda-feira, 8, quando o Ministério da Saúde anunciou a interrupção temporária da aplicação do imunizante em todo o Brasil.

    Enquanto as vacinas seguem descontinuadas ocorre a investigação de 42 casos de reações com sinais de alarme e três casos graves, incluindo dois óbitos.

    Uma das possíveis reações graves envolve uma mulher de 48 anos, que desenvolveu sintomas de dengue grave 19 dias após a vacinação. O estado de saúde teve comprometimento neurológico (meningoencefalite). Ela não resistiu e foi a óbito.

    Outro paciente de 58 anos, que iniciou quadro febril cinco dias após a vacinação, evoluindo rapidamente para sintomas de dengue graves, com choque refratário. Ele também morreu após desenvolver o quadro clínico.

    O Ministério da Saúde adverte que quem já recebeu a vacina deve observar o estado de saúde por 21 dias após a aplicação.

    Se apresentar sintomas como febre, dor abdominal intensa, vômitos persistentes, sangramentos, tontura, sonolência excessiva, sinais de desidratação ou piora do estado geral, deve-se procurar atendimento médico imediatamente.

    O Povo 

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