BPRE da PMCE prende suspeito e apreende mais de 5 kg de drogas durante abordagem a ônibus em Campos Sales

 





A Polícia Militar do Ceará (PMCE), por meio do Batalhão de Polícia de Trânsito Urbano e Rodoviário Estadual (BPRE), prendeu um homem de 25 anos e apreendeu aproximadamente 5.400 gramas de cocaína e 134 gramas de maconha, na tarde dessa terça-feira (13), durante uma abordagem a um ônibus na rodovia CE-371, no km 504, em Campos Sales. A ação ocorreu durante uma fiscalização de rotina realizada pela equipe policial em um posto de fiscalização rodoviária.

Durante a abordagem ao coletivo, os policiais realizaram buscas e encontraram os entorpecentes em uma mochila transportada pelo suspeito. Questionado sobre o material, ele informou que estaria levando as drogas a pedido de um amigo. Diante dos fatos, o homem recebeu voz de prisão e foi conduzido à unidade policial para os procedimentos cabíveis.

O suspeito e o material apreendido foram apresentados na Delegacia Regional do Crato, onde foi lavrado auto de prisão em flagrante por tráfico de drogas. O homem possui antecedentes criminais por homicídio, tortura e dano.

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PMCE apreende pistola, munições e drogas durante ação do CPRaio em Camocim

 


A Polícia Militar do Ceará (PMCE), por meio de equipes do Comando de Policiamento de Rondas de Ações Intensivas e Ostensivas (CPRaio), apreendeu uma pistola calibre .380, 73 munições, cerca de 582 gramas de drogas e dinheiro, nesta quinta-feira (15), em Camocim. Um homem de 31 anos foi preso em flagrante.

A ocorrência teve início após uma denúncia de que indivíduos armados estariam nas proximidades de uma residência no bairro Rodagem do Lago. Durante o atendimento, os policiais identificaram indícios de disparos de arma de fogo no imóvel e realizaram buscas, autorizadas pelo morador.

Durante a ação, foram encontrados uma pistola calibre .380, 71 munições intactas e duas deflagradas, um carregador, 567 gramas de crack, 4,82 gramas de cocaína, 9,9 gramas de maconha, um celular e aproximadamente R$ 1,7 mil em dinheiro.

O suspeito assumiu a propriedade do material e relatou ter efetuado disparos para se defender. Ele foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil de Camocim, onde foi autuado em flagrante por posse ilegal de arma de fogo e tráfico de drogas, permanecendo preso à disposição da Justiça.


Assessoria de Comunicação da PMCE

TRF-5 mantém decisão que impede cobrança para acesso à Vila de Jericoacoara, no Ceará

 



A concessionária Urbia Cataratas Jericoacoara sofreu um novo revés judicial na disputa sobre a cobrança de ingresso de visitantes que atravessam o Parque Nacional de Jericoacoara apenas para chegar à vila turística, no litoral do Ceará. Em decisão assinada em 3 de outubro pela desembargadora federal Joana Carolina Lins Pereira, vice-presidente do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5), o recurso da empresa não foi admitido para análise pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Com a decisão, permanece o entendimento de que a concessionária pode cobrar ingresso de quem visita os atrativos turísticos da unidade de conservação, mas não de quem utiliza as vias do parque exclusivamente como passagem para chegar à Vila de Jericoacoara. A localidade é administrada pelo Município de Jijoca de Jericoacoara e não integra os limites do parque nacional.

A vice-presidência do tribunal concluiu que o recurso apresentado pela Urbia não atendia aos requisitos legais para ser encaminhado à instância superior. A decisão manteve, assim, o entendimento já estabelecido na primeira instância e confirmado pela Segunda Turma do TRF-5.

O processo, contudo, ainda pode ter novos desdobramentos. A concessionária tem a possibilidade de apresentar o recurso cabível contra a decisão de inadmissibilidade, dentro do prazo legal. Se o prazo terminar sem nova contestação, deverá ser certificado o trânsito em julgado, com a devolução dos autos à origem, conforme determinado pela vice-presidência.

Por que o recurso da concessionária foi barrado

A decisão da desembargadora Joana Carolina Lins Pereira apontou obstáculos processuais à tentativa de levar a discussão ao STJ. Um deles foi a aplicação, por analogia, da Súmula 735 do Supremo Tribunal Federal (STF), utilizada pelo Superior Tribunal de Justiça para impedir, em regra, o recurso especial destinado a reexaminar decisões sobre concessão ou indeferimento de medidas liminares.

No caso de Jericoacoara, o acórdão questionado pela Urbia havia mantido uma liminar que assegura a livre circulação pelo parque para quem se dirige à vila. A vice-presidência também identificou impedimentos relacionados à interpretação do contrato de concessão e à análise das provas do processo.

A Súmula 5 do STJ impede o uso de recurso especial para simples interpretação de cláusulas contratuais. Já a Súmula 7 veda o reexame de provas nessa instância. Como o entendimento do TRF-5 considerou as condições do contrato e os elementos apresentados no processo, esses dois pontos também foram utilizados para barrar a admissibilidade do recurso.

A decisão não equivale a um novo julgamento de mérito pelo STJ. O que foi analisado pela vice-presidência foi a possibilidade processual de encaminhar o recurso à corte superior.

Vila e Parque Nacional têm administrações diferentes

A disputa judicial envolve a diferença entre a Vila de Jericoacoara e o Parque Nacional de Jericoacoara. Embora os acessos terrestres à localidade atravessem a unidade de conservação, a vila não faz parte do parque e permanece sob administração municipal.

A distinção foi destacada no julgamento anterior do TRF-5, que resumiu o entendimento com a frase: “a Vila de Jericoacoara não é Parque e o Parque não é Vila”.

Segundo a Urbia, há quatro caminhos terrestres de acesso à vila: Preá, Lagoa Grande, Mangue Seco e Guriú. A empresa sustenta que esses trajetos passam pelo território concedido e que os visitantes utilizam a infraestrutura sob sua responsabilidade mesmo quando não pretendem conhecer os atrativos ambientais.

A interpretação da concessionária é contestada pela Prefeitura de Jijoca de Jericoacoara, por moradores e pelo Ministério Público Federal (MPF). A posição acolhida até agora nas decisões judiciais é que a cobrança pela visitação ao parque não pode ser transformada em uma tarifa obrigatória para chegar a uma comunidade municipal que fica fora da unidade de conservação.

O entendimento do tribunal também considera que o contrato de concessão não prevê a instituição de pedágio nem a cobrança pelo controle de acesso à vila mediante a passagem pelas vias do parque.

Cobrança da Urbia é diferente da taxa municipal

A decisão judicial não suspendeu a cobrança de ingresso de visitantes que desejam conhecer os atrativos do Parque Nacional de Jericoacoara. A restrição se aplica a quem atravessa a unidade de conservação exclusivamente para chegar à vila.

O contrato da concessão estabeleceu uma tabela progressiva de preços para a visitação ao parque: R$ 50 no primeiro ano, R$ 70 no segundo, R$ 90 no terceiro, R$ 110 no quarto e R$ 120 a partir do quinto ano, com previsão de reajustes posteriores. O documento também prevê isenções para grupos como moradores, trabalhadores, frequentadores cadastrados e residentes de municípios da região, conforme as condições contratuais.

A Taxa de Turismo Sustentável (TTS), por sua vez, continua em vigor. O tributo é cobrado pela Prefeitura de Jijoca de Jericoacoara e custa R$ 41,50 por visitante para uma estadia de até dez dias, de acordo com as informações do caso.

As duas cobranças têm naturezas diferentes. A TTS é municipal e se refere à permanência turística na localidade. Já o ingresso da Urbia está vinculado à visitação dos atrativos do parque. A tentativa de cobrar a tarifa da concessionária também de quem apenas se dirige à vila poderia levar o visitante a pagar valores distintos pelo mesmo deslocamento, situação contestada judicialmente.

Entenda como a disputa chegou ao TRF-5

A concessão do Parque Nacional de Jericoacoara foi incluída no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) em 2019. No ano seguinte, segundo o histórico apresentado no material de referência, foram realizados estudos técnicos e econômico-financeiros com apoio da Unesco, do Ministério do Turismo e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Em 2022, o governo federal estabeleceu parâmetros para um contrato de 30 anos, com previsão de R$ 116 milhões em investimentos e aproximadamente R$ 990 milhões em despesas de operação e gestão durante o período. Uma primeira tentativa de licitação, publicada no fim daquele ano, acabou suspensa e cancelada. O projeto foi reformulado e voltou ao mercado em 2023.

No leilão de 26 de janeiro de 2024, o Consórcio Dunas venceu com uma proposta de R$ 61 milhões, equivalente a um ágio de 716% sobre o valor mínimo. Posteriormente, foi constituída a Urbia Cataratas Jericoacoara S.A., que assinou o contrato com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) em junho de 2024.

A cobrança para chegar à vila já gerava questionamentos antes do início efetivo da operação. A entrada da concessionária, inicialmente prevista para janeiro de 2025, foi adiada por 90 dias para permitir a transição entre o ICMBio e a empresa. Questões sobre acessos, cadastramento de moradores, obras e tarifas passaram a ser discutidas judicialmente.

A Prefeitura de Jijoca ajuizou ação contra a União, o ICMBio e a Urbia. Em 2025, a Justiça Federal determinou que a concessionária não poderia cobrar ingresso de quem estivesse se dirigindo exclusivamente à vila. O Ministério Público Federal também defendeu a manutenção da medida, argumentando que a cobrança afetaria o direito de passagem e a livre locomoção.

Em 21 de outubro de 2025, a Segunda Turma do TRF-5 manteve a proibição. O colegiado distinguiu a visitação aos atrativos do parque do simples deslocamento até a comunidade. Em dezembro daquele ano, o tribunal também rejeitou recurso apresentado pelo ICMBio e manteve a suspensão da cobrança para quem apenas atravessa a unidade de conservação.

Em 3 de julho de 2026, o TRF-5 voltou a confirmar o entendimento durante o julgamento de embargos de declaração apresentados pela Urbia contra o acórdão favorável à prefeitura. Por unanimidade, a turma julgadora considerou os embargos improcedentes e preservou a decisão anterior.

O pronunciamento de 3 de outubro acrescentou uma nova etapa à disputa ao barrar a tentativa da concessionária de encaminhar o caso ao STJ.

Discussão sobre as obras segue em processo separado

A cobrança de ingresso não é o único ponto de conflito envolvendo a concessão. A realização de obras dentro do Parque Nacional de Jericoacoara também é questionada na Justiça, mas esse debate tramita separadamente.

Em 3 de fevereiro de 2026, a Segunda Turma do TRF-5 autorizou a retomada das intervenções por decisão unânime. O colegiado manteve o entendimento da 18ª Vara Federal do Ceará, sob o juiz Sérgio de Norões Milfont Júnior, que havia liberado as obras com base na autorização do ICMBio, sem exigir estudos ambientais adicionais, como o Estudo de Impacto Ambiental e o Relatório de Impacto Ambiental (EIA/Rima).

A decisão rejeitou recurso da Prefeitura de Jijoca de Jericoacoara. Recursos anteriores da Defensoria Pública da União (DPU) e do Ministério Público Federal também haviam sido negados pelo relator, desembargador Paulo Cordeiro.

As intervenções conduzidas pela Urbia desde novembro de 2024 incluem perfuração de poços, construção de um complexo de visitantes, instalação de banheiros, áreas para armazenamento de combustíveis e estacionamento para equipamentos pesados. A prefeitura havia pedido a paralisação dos trabalhos sob a alegação de ausência de licenciamento ambiental adequado.

O ICMBio autorizou as intervenções, consideradas legais pelo TRF-5 apesar das contestações. Andrea Spazzafumo, advogada que representa conselhos comunitário e empresarial de Jericoacoara, criticou o entendimento e apontou preocupação com a necessidade de estudos de impacto ambiental em uma área sensível, diante de possíveis danos ao meio ambiente e à comunidade tradicional.

Entre os argumentos apresentados pela prefeitura está a alegação de que o ICMBio adota critérios diferentes para intervenções dentro e fora do parque. O município comparou as exigências feitas para obras na unidade de conservação às aplicadas ao licenciamento do aeroporto da região.

O MPF também questionou intervenções de infraestrutura e a compatibilidade das obras com as regras ambientais e o planejamento urbano municipal. Nesse processo, a Justiça entendeu que a autorização do ICMBio era suficiente para determinadas intervenções dentro da área concedida, sem reconhecer a necessidade geral de licenciamento municipal para essas obras.

Paralelamente, o Ministério Público Federal e o Ministério Público Estadual ajuizaram uma ação conjunta mais ampla para questionar a legalidade das intervenções. O processo ainda deverá ser analisado.

Concessão prevê investimentos e pagamento variável

O contrato de Jericoacoara prevê outorga fixa de R$ 61 milhões, investimentos estimados em R$ 116 milhões e cerca de R$ 990 milhões para operação e gestão ao longo de 30 anos. Também estabelece outorga variável correspondente a 5% da receita operacional bruta a partir do 49º mês.

A Urbia argumenta que a restrição à cobrança para quem atravessa o parque pode alterar as condições econômico-financeiras previstas na concessão. A eventual necessidade de reequilíbrio contratual é uma das questões que podem surgir caso a proibição se consolide definitivamente, mas não foi decidida pela decisão de inadmissibilidade do recurso.


(GC+)

Romeiro de Santa Quitéria faz percurso, pela 3ª vez, carregando cruz rumo ao Canindé




O romeiro Vanderley da Rocha iniciou, às 16h desta quarta-feira (14), mais uma peregrinação de Santa Quitéria a Canindé. Pela terceira vez, ele realiza o percurso de mais de 80 quilômetros carregando uma cruz, pela CE-257, saindo do assentamento Juá, vestido com roupas tradicionais de franciscano.

Ele contou que, neste ano, decidiu percorrer o trajeto puxando a cruz, que pesa mais de 80 quilos, sem utilizar rodas para facilitar o deslocamento. “Mais uma vez que vou, é a terceira vez. Tive uma graça alcançada dos meus problemas de saúde. Esse ano não tem roda, é puxando mesmo. Ela pesa mais de 80 kg, mas não pesa pra mim. O dono do mundo vai me conduzindo”, relatou.

A cruz tem mais de três metros de comprimento e, segundo Vanderley, a previsão é que a viagem dure três dias até chegar ao destino. No momento da saída, alunos e moradores da comunidade acompanharam o peregrino e fizeram uma oração, em um gesto de apoio e fé.


(A Voz de Santa Quitéria) 

Ceará fica sem policiais e militares eleitos pela primeira vez desde 2018

 



O Ceará encerrou o primeiro turno da eleição, no domingo (4), sem eleger um único policial ou militar. Nem para a Câmara dos Deputados, nem para o Senado, nem para a Assembleia Legislativa. Em 2018, foram três eleitos. Em 2022, um. Agora, nenhum. 

Mesmo com a insegurança no topo das preocupações da população, o resultado não significa que o voto do segmento tenha deixado de existir. Ele mudou de rumo e passou a eleger um novo perfil de parlamentar. 

CONTRAMÃO NACIONAL 

O cenário chama atenção pelo contraste com o restante do País. Levantamento com base em dados do TSE aponta 99 militares e policiais eleitos em 2026, contra 94 em 2022. 

O crescimento indica que, no País, o prestígio da farda na política se mantém. No Ceará, o movimento foi inverso. 

LIDERANÇA EM QUEDA 

O primeiro ponto a observar é o desgaste de Capitão Wagner. Em 2018, ele foi o deputado federal mais votado do Estado, com 303.593 votos. Tinha capital político para puxar a categoria. 

Desde então, embora tenha elevado o sarrafo ao disputar cargos majoritários, acumula derrotas: Prefeitura de Fortaleza em 2020, Governo em 2022 e, agora, Senado. Na prática, o segmento perdeu sua principal referência. 

Neste ano, Sargento Reginauro, único eleito em 2022, ficou na suplência. O mesmo ocorreu com Soldado Noélio, que disputou uma vaga na Câmara.

(Diário do Nordeste) 

Baiano denuncia tentativa de homicídio e racismo em barraca da Praia do Futuro

 



Um homem de 53 anos, natural da Bahia, denuncia ter sofrido racismo e tentativa de homicídio por seguranças do Complexo Crocobeach, localizado na Praia do Futuro em Fortaleza, na última terça-feira (13). A empresa negou todas as acusações.

Adilson Alves mora em Fortaleza há dois anos, quando se mudou com a esposa. Os dois trabalham entregando água e vendendo almoço.


Em depoimento, obtido pelo Diário do Nordeste, a vítima afirmou que, por volta das 11h, estava na areia, saindo do mar e caminhava em direção a sua moto, quando foi abordado por quatro seguranças do Complexo Crocobeach.


ACUSADO DE ROUBO


Um dos seguranças teria o segurado pelo pescoço e dito: "foi ele que roubou a bolsa!". Adilson respondeu: "não fui eu" e teria passado a ser violentamente agredido pelos quatro seguranças.

“Depois das agressões, desmaiou e ainda desacordado foi jogado na beira do mar, bem perto da água. Ao acordar, na beira do mar, bastante lesionado, perguntou a uma senhora que estava tomando banho de mar como tinha ido parar ali e o que tinha acontecido, mas ela não soube responder”, diz trecho de depoimento.


A vítima lembra que levou um mata-leão e que “os seguranças lhe bateram com uma mangueira, com algo bem rígido dentro, como um ferro, na cabeça, no rosto, nas costas, nas pernas e nos ombros”.


Adilson acordou com a camisa cheia de sangue, supercílio cortado; dente quebrado e o nariz muito inchado.


Após o episódio, ele teria ido ainda ao banheiro do Complexo Crocobeach para tentar entender o que houve, mas um dos seguranças teria mandado sair de lá. 

A vítima foi levada ao Instituto Doutor José Frota (IJF), onde recebeu atendimento médico, fez exames, uma sutura no supercílio e foi liberada somente por volta das 22h.

BARRACA NEGA ACUSAÇÕES

A Crocobeach, em nota ao Diário do Nordeste, disse que tomou ciência pela reportagem da denuncia de agressão racial, e esclareceu que repudia veementemente qualquer forma de violência, discriminação racial ou conduta que atente contra a dignidade e a integridade das pessoas.


Em relação às recentes acusações envolvendo supostas agressões atribuídas à equipe de segurança, a empresa afirmou que não reconhece a ocorrência de qualquer das acusações divulgadas, ressaltando que as circunstâncias do episódio estão sendo objeto de apuração pelas autoridades competentes e que internamente não constatou nenhum acontecimento nesse sentido nas dependências da barraca.


“A Crocobeach informa, ainda, que, após tomar ciência pela equipe de reportagem do SVM, apurou que a polícia vem investigando o caso e que prontamente se disponibilizou a colaborar com as investigações policiais, colocando-se à disposição das autoridades para prestar todos os esclarecimentos e fornecer os elementos necessários à adequada apuração dos acontecimentos”, disse ainda o Complexo.


(Diário do Nordeste)

O que se sabe sobre duplo homicídio contra irmãs no interior do Ceará

 



Duas irmãs, de 15 e 17 anos, foram encontradas mortas na última terça-feira (13) em Tauá, no interior do Ceará, após serem levadas de casa por criminosos que fingiram ser policiais. Conforme apuração do g1, a morte delas estaria relacionada com o envolvimento das vítimas com uma facção criminosa. Um suspeito foi preso no mesmo dia em que os corpos foram encontrados.

Confira abaixo o que se sabe sobre o duplo homicídio:

Como foi o crime?

Os criminosos renderam as duas jovens e prenderam as mãos delas usando abraçadeiras de nylon. Antes de sair da residência, eles assumiram para a família das vítimas que não eram policiais e que iriam matar as duas adolescentes.

As duas jovens foram encontradas mortas na terça-feira (13), com marcas de tiros de arma de fogo, em uma área de mata da comunidade de Angicos, em Tauá, a cerca de 44 quilômetros de distância da casa onde viviam.

Quem são as vítimas?

As vítimas são duas irmãs de 15 e 17 anos. Elas são naturais de Tauá, município vizinho onde foram mortas, mas mudaram de cidade e foram morar na casa dos avós, em Arneiroz, após se envolverem com membros de uma facção criminosa. Elas foram encontradas pelos criminosos justamente na casa dos avós.

A adolescente mais nova tinha passagem pela polícia por ato infracional análogo ao crime de furto.

Qual a motivação?

Conforme a investigação, uma delas teria começado um relacionamento amoroso com um homem que faz parte da facção rival, o Comando Vermelho (CV), organização criminosa de origem carioca também com atuação no Ceará.

Os membros do PCC, então, passaram a desconfiar que as irmãs teriam "virado" para o CV, ou seja, passado de um grupo criminoso para o outro. A suspeita é que a morte delas tenha sido decretada por isso.

Alguém foi preso?

Na terça-feira (13), um homem identificado como Antônio Wellington Alves Pires, de 27 anos, foi preso apontado como suspeito de envolvimento no duplo homicídio. Ele foi capturado em Tauá, mesmo município onde as irmãs foram achadas mortas.

Antônio Wellington responde por tráfico de drogas. Ele foi conduzido à Delegacia de Tauá, onde foi autuado em flagrante por homicídio qualificado, permanecendo à disposição da Justiça. Ele passou por audiência de custódia nesta quarta (14), e a Justiça converteu em preventiva a prisão em flagrante.

A Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará (SSPDS) disse que segue com as diligências em andamento com o objetivo de identificar e capturar outros suspeitos.

(G1/CE) 

Fim da escala 6x1: todos os senadores do Ceará votaram a favor da PEC

 


Os três senadores do Ceará votaram a favor da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala de trabalho 6x1. Camilo Santana (PT), Cid Gomes (PSB) e Sargento Reginauro (PSDB) apoiaram a PEC 221/2019, aprovada pelo Senado Federal na noite desta quarta-feira (14), em dois turnos. Em ambas as votações, o texto recebeu 75 votos favoráveis e um contrário.

Com a aprovação no Senado, a proposta segue para promulgação pelo Congresso Nacional. O procedimento é necessário para que a mudança constitucional possa entrar em vigor, conforme as etapas e os prazos previstos no texto.

A PEC altera as regras sobre a duração da jornada de trabalho no país. Entre as principais mudanças estão a redução gradual do limite semanal de 44 para 40 horas, sem diminuição salarial, e a garantia de dois dias de descanso remunerado por semana.

Como os senadores do Ceará votaram na PEC do fim da escala 6x1

Camilo Santana, Cid Gomes e Sargento Reginauro foram favoráveis à proposta nos dois turnos de votação. O resultado consta nos registros oficiais da análise da PEC 221/2019 pelo Senado.

A posição dos três parlamentares cearenses acompanhou a ampla maioria dos senadores que votaram pela aprovação do texto. O único voto contrário nas duas etapas foi o do senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS).

Antes da votação, Sargento Reginauro já havia manifestado apoio ao fim da escala 6x1. Apesar de defender a mudança, o parlamentar criticou o uso político do assunto e afirmou a necessidade de ampliar o debate sobre as condições de trabalho no Brasil. A aprovação em dois turnos concluiu a análise da proposta pelo Senado. Para que as novas regras comecem a produzir efeitos, ainda é necessário cumprir a etapa de promulgação.

O que muda com o fim da escala 6x1

A PEC 221/2019 estabelece uma redução progressiva da jornada semanal máxima. Atualmente, o limite geral previsto na Constituição é de 44 horas por semana. Com a mudança, esse teto será reduzido em duas etapas, sem corte nos salários.

A primeira fase começa dois meses após a promulgação da emenda. Nesse momento, a jornada máxima semanal passa de 44 para 42 horas. Também começa a valer a garantia de dois dias de repouso remunerado por semana. A segunda etapa está prevista para ocorrer um ano depois do início da primeira. Nessa fase, o limite semanal cai de 42 para 40 horas, mantendo a remuneração dos trabalhadores.

A proposta prevê, ainda, que um dos dias de descanso seja preferencialmente aos domingos. A distribuição dos períodos de trabalho e repouso poderá seguir regras específicas para determinadas categorias, com possibilidade de organização por acordos ou convenções coletivas, desde que sejam respeitados os direitos previstos na emenda.

A mudança está associada à substituição do modelo tradicional de seis dias trabalhados para um de folga por uma organização com cinco dias de expediente e dois de descanso, conhecida como escala 5x2. A aplicação das novas regras, porém, dependerá dos prazos e das condições estabelecidos no texto constitucional. A redução gradual foi prevista para permitir a adaptação às novas regras. A mudança amplia o período de descanso semanal e reduz o total de horas que podem ser exigidas dos trabalhadores dentro do limite constitucional.

Como foi a tramitação da PEC 221/2019

A proposta é de autoria do deputado federal Reginaldo Lopes (PT-MG). A PEC 221/2019 foi aprovada pela Câmara dos Deputados em maio de 2026 e, posteriormente, encaminhada ao Senado Federal. Na Casa, o texto passou pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) antes de seguir para votação em plenário. A relatoria ficou a cargo do senador Omar Aziz (PSD-AM).

Os senadores analisaram a proposta em dois turnos na mesma noite, após a aprovação de um calendário especial que permitiu acelerar a votação. O procedimento autorizou a quebra do intervalo regimental entre as duas etapas, possibilitando a conclusão da análise na quarta-feira (14).

Nas duas votações, a PEC recebeu 75 votos favoráveis e apenas um contrário. O resultado confirmou o apoio da bancada cearense e da ampla maioria do Senado à mudança na jornada de trabalho. Após a aprovação nas duas etapas, a proposta segue para promulgação pelo Congresso Nacional. A entrada em vigor e o início da transição para os novos limites de jornada dependem do cumprimento desse procedimento e dos prazos previstos na emenda.

(Diário do Nordeste) 

Homem é preso após usar cartões de terceiros para fazer compras fraudulentas no Ceará

Um homem de 26 anos foi preso em flagrante, em Fortaleza, suspeito de participar de um esquema de compras fraudulentas em um estabelecimento comercial de Eusébio, na Região Metropolitana. Segundo a Polícia Civil do Ceará (PCCE), ele utilizava uma identidade falsa para se apresentar como representante de uma empresa e negociava a aquisição de produtos por mensagens, usando dados de cartões de crédito de terceiros.

A prisão ocorreu na sexta-feira (9), no bairro Lagoa Redonda, na Capital. A Polícia Civil divulgou o caso nesta terça-feira (13). O homem é suspeito de tentativa de estelionato mediante fraude eletrônica e já possuía antecedentes criminais por estelionato.

As investigações começaram depois que um funcionário da loja desconfiou dos valores envolvidos nas compras negociadas pelo suposto representante. Uma inconsistência no endereço de e-mail informado pelo homem também levantou suspeitas e contribuiu para a identificação de possíveis irregularidades.

Após registrar um Boletim de Ocorrência (BO), o estabelecimento deu início ao caminho formal para a apuração policial. Durante a ação que resultou na prisão, os agentes conseguiram recuperar grande parte dos produtos adquiridos no esquema investigado. Os materiais foram devolvidos ao proprietário da loja.

Como funcionava o esquema de compras fraudulentas em Eusébio

De acordo com a Polícia Civil, o suspeito se apresentava como representante de uma empresa para negociar a compra de diferentes produtos com o estabelecimento comercial. As tratativas eram realizadas por mensagens, enquanto os dados utilizados para efetuar os pagamentos pertenciam a outras pessoas.

O uso de uma identidade falsa teria sido uma das estratégias para dar aparência de legitimidade às negociações. A utilização de informações de cartões de crédito de terceiros, por sua vez, é o ponto central da suspeita de fraude eletrônica investigada pelas autoridades.

O material divulgado pela polícia não detalha quais produtos foram negociados, quantas compras foram realizadas ou o valor total envolvido. Também não informa como o suspeito teria obtido os dados dos cartões utilizados nas transações.

Esses detalhes são importantes para dimensionar a extensão do caso, mas dependem de informações adicionais da investigação. Por enquanto, o que está confirmado é que o estabelecimento identificou sinais de irregularidade nas negociações e comunicou a situação às autoridades.

Inconsistência no e-mail levantou suspeita sobre as compras

A desconfiança de um funcionário foi decisiva para que o caso chegasse à Polícia Civil. Ao analisar as compras negociadas pelo suposto representante, o trabalhador estranhou os valores apresentados e identificou uma inconsistência no endereço de e-mail fornecido durante as tratativas.

A divergência levou ao registro de um Boletim de Ocorrência e ao início das investigações. A partir das informações reunidas, os policiais realizaram a ação que terminou com a prisão em flagrante do suspeito na Lagoa Redonda.

O episódio evidencia a importância da verificação de dados em negociações comerciais, especialmente quando as compras são feitas a distância e envolvem pagamentos eletrônicos. A conferência das informações fornecidas pelo comprador e a análise de inconsistências podem ajudar a identificar operações suspeitas antes que causem prejuízos maiores.

No entanto, uma divergência cadastral ou um valor fora do padrão não comprova, isoladamente, a ocorrência de um crime. No caso investigado no Ceará, as suspeitas foram encaminhadas às autoridades, que passaram a apurar as circunstâncias das transações.

Polícia recuperou parte dos produtos negociados

Durante a ação policial, os agentes conseguiram recuperar grande parte dos materiais comprados no esquema investigado. Segundo a PCCE, os itens foram restituídos ao proprietário do estabelecimento comercial.

A recuperação representa uma medida importante para reduzir os prejuízos relacionados às compras suspeitas. Ainda assim, a informação divulgada não especifica o valor dos produtos recuperados nem se todos os itens envolvidos nas negociações foram localizados.

O caso também envolve o possível uso indevido de dados financeiros de outras pessoas. A utilização de informações de cartões de crédito sem autorização pode provocar prejuízos aos titulares, além de gerar questionamentos sobre a validade das transações realizadas.

Não foram divulgadas informações sobre a identidade dos titulares dos cartões nem sobre a existência de outras pessoas investigadas no mesmo esquema.

Suspeito já tinha antecedentes por estelionato

A Polícia Civil informou que o homem preso, de 26 anos, já possuía antecedentes criminais por estelionato. A informação integra o histórico apresentado pelas autoridades no caso, mas não significa, por si só, que ele tenha sido condenado anteriormente.

A nova ocorrência é investigada como tentativa de estelionato mediante fraude eletrônica. A apuração deverá esclarecer as circunstâncias das negociações, a utilização dos dados de cartões de terceiros e a extensão das possíveis irregularidades.

A prisão em flagrante ocorreu na sexta-feira (9), na Lagoa Redonda, em Fortaleza, enquanto o estabelecimento envolvido fica em Eusébio. A Polícia Civil divulgou o resultado da ação nesta terça-feira (13).

O caso segue associado à investigação sobre as compras fraudulentas e à identificação dos mecanismos utilizados para tentar concretizar as transações.

(GC+)

Mosquitos 'especiais' que ajudam a combater dengue começam a ser soltos em outubro no CE

 


As cidades de Eusébio, Maranguape e Crato recebem, a partir deste mês, mosquitos que podem colaborar com a redução da transmissão de arboviroses. A tecnologia, que ficou conhecida como Método Wolbachia, é baseada na soltura de mosquitos com a bactéria Wolbachia. Ela é inofensiva para seres humanos, mas, quando inoculada em fêmeas de Aedes aegypti, pode reduzir a capacidade delas de transmitir doenças.

O anúncio da chegada da tecnologia ao Ceará foi feito em uma coletiva na manhã desta terça-feira (13), no Eusébio, mas o projeto já era esperado no Estado. De acordo com Gabriel Sylvestre, gerente de implantação da Wolbito no Brasil, empresa que desenvolve o Método Wolbachia no País, o intuito é “trocar” os mosquitos Aedes aegypti, que transmitem doenças, por proles de mosquito Wolbachia, que não conseguem transmitir as arboviroses.

“O primeiro objetivo é entomológico: ele diz respeito a fazer essa troca dos mosquitos. Os efeitos epidemiológicos, que é a redução de doenças, estima-se que apareçam em um a dois anos. Aqui em Eusébio, a gente tem uma característica muito legal, que a gente está conseguindo fazer um planejamento que vai prevenir possíveis grandes epidemias”, aponta.

Segundo a Prefeitura da cidade, a primeira fase do Núcleo Wolbachia no Eusébio deve contemplar nove bairros do município, beneficiando 32.625 munícipes, que correspondem a 39,8% da população local.

O que é o Método Wolbachia?

A bactéria Wolbachia é comum em muitos mosquitos, mas ausente no Aedes aegypti. Com inoculação dela na espécie, transforma o Aedes em um inseto inofensivo. O método surgiu com pesquisadores da Escola de Ciências Biológicas, da Universidade de Queensland, na Austrália, em 2009.

Desde 2015, o método passou a integrar as diretrizes nacionais de controle e prevenção das arboviroses do Brasil, por introdução da Fiocruz, em parceria com o World Mosquito Program (WMP).

Segundo Gabriel Sylvestre, o processo de liberação dos mosquitos será realizado a partir da instalação de Dispositivos de Liberação de Ovos (DLOs) em campo. Os equipamentos, que se assemelha a pequenos baldes verdes, serão instalados em diversas ruas dos municípios, seguindo rotas de liberação que não foram detalhadas.

Depois, uma pequena cápsula de água é inserida nos baldes e, 15 dias depois, os mosquitos saem e colonizam o ambiente. No Eusébio, servidores foram treinados para a instalação dos DLOs, e a logística será realizada de segunda a sexta-feira.

“Nas próximas semanas, os baldinhos já vão estar todos distribuídos na cidade. Esse trabalho leva cerca de 26 semanas, ou seja, são seis meses que os Wolbitos vão estar sendo liberados aqui na cidade. Então, a gente pode falar que até março de 2027 a população de Eusébio vai estar vendo essa liberação acontecendo”, aponta Sylvestre.

O pesquisador ressalta que a tecnologia é segura, autossustentável, não utiliza produtos químicos e também não altera geneticamente os mosquitos.

Ampliação para outros municípios

A escolha das cidades do Ceará que receberão o Método Wolbachia nesta primeira fase foi feita pelo Ministério da Saúde, e a logística da execução da tecnologia conta com o apoio da Fiocruz Ceará, da Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa) e das secretarias municipais da saúde.

Em Maranguape, a implantação será acompanhada por ações de orientação e diálogo com a comunidade, que poderá receber informações sobre as etapas do processo e esclarecer dúvidas. A Prefeitura deve divulgar o cronograma, áreas contempladas e ações de mobilização.

No Crato, Agentes de Combate às Endemias e Agentes Comunitários de Saúde continuam em campo levando informações sobre essa ferramenta. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, a etapa da pesquisa de pré-liberação dos mosquitos está sendo realizada em oito localidades.

Sylvestre afirma que, em breve, outras cidades do Ceará e do Brasil podem receber a instalação de núcleos do projeto. “O Sistema Público de Saúde está implementando o Método Wolbachia como uma política pública, seguindo as diretrizes nacionais de controle de arboviroses. Então, a ideia é que quanto mais municípios a gente conseguir chegar, melhor”.

A chegada inicial no Eusébio ocorreu por três fatores, segundo as autoridades de saúde: a cidade é um território estratégico, tem capacidade operacional adequada e possui histórico de transmissão relevante.

Jorge Costa, assessor técnico na vice-presidência de produção e inovação em saúde da Fiocruz, destaca que a ação deve ser ampliada pois “efetivamente estará melhorando a saúde pública da população”, inclusive em municípios que não têm epidemias graves de dengue.

“É uma ação profilática. A gente não espera o caos, a explosão de casos de dengue para começar o método. Nós estamos trabalhando numa situação onde o número de casos hoje é pequeno, mas com a questão do El Niño, nós não sabemos qual impacto esperar em Eusébio e em todo o território nacional”, ressalta.

Fábrica de ‘Wolbitos’ pode chegar ao Ceará

Em entrevista coletiva, a coordenadora geral da Fiocruz Ceará, Carla Celedônio, afirmou que, com a implantação do Método Wolbachia em território nacional, é possível que o Estado também passe a contar com uma fábrica de Wolbitos. Atualmente, eles são “produzidos” em uma única fábrica, em Curitiba (PR).

“A gente tem discutido tanto com a Fiocruz, com o Ministério da Saúde, com o Instituto de Biologia Molecular do Paraná e a Wolbito, essa possibilidade da ampliação da tecnologia para outros municípios do Ceará, da região Nordeste e também do país”, destacou Carla.

“A fábrica da Wolbito, que é instalada no estado do Paraná, hoje suporta toda a demanda oriunda do Ministério da Saúde para os primeiros municípios que estão sendo cobertos com a tecnologia. Mas com certeza com a ampliação, o escalonamento da tecnologia para outros estados e para todo o território nacional, a gente vai precisar ampliar a produção de ovos, de mosquitos, e consequentemente nós trabalharemos nessa perspectiva”, completou.


(Diário do Nordeste) 

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