Você está em: NACIONAL // Notícia de Anselmo Bandeira // 4 de dezembro de 2018


Pioneiro na proibição do tráfico negreiro no Brasil, o Ceará enfrenta hoje outras maneiras pelas quais trabalhadores são levados do Estado para serem explorados em situação análoga à escravidão. Deixando a terra natal principalmente para o Interior de São Paulo, pelo menos 75 nascidos na “terra da luz” foram resgatados em quatro anos, em operações anti-escravidão do Ministério Público do Trabalho (MPT).

As cidades de Salto e Embu-Guaçu, em São Paulo, concentram a maior quantidade de cearenses flagrados em regime de trabalho análogo à escravidão. Foram dez casos registrado em cada um dos municípios envolvendo migrantes do Estado desde 2015.

As informações são do Observatório Digital do Trabalho Escravo no Brasil, mantido pelo Ministério Público do Trabalho a partir de operações do órgão. Segundo a ferramenta, nos últimos quatro anos, 75 cearenses foram resgatados em cidades que não aquelas de origem. No Ceará, os municípios de Granja, a 329 km da Capital, e Caucaia, a 18 km, também receberam os maiores fluxos migratórios de escravos do próprio Estado.

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