O procurador-geral de Justiça do Ceará, Plácido Rios, garante: nenhuma
denúncia de tortura no sistema prisional do Estado, feita por familiares
de presos e entidades da área dos direitos humanos, foi comprovada.
Ele diz que diariamente chegam várias queixas e relatos para os promotores que verificam as possíveis situações in loco.
“Denúncias têm demais, mas nenhuma foi constatada. Nós não vislumbramos
nada que desbordasse ao cumprimento da Lei de Execuções Penais”.
Para ele, a onda de denúncias é consequência das mudanças que a
Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) vem implantando, o que
causa “revolta dos que comandavam o interior dos presídios e até de
servidores públicos imbuídos de maus propósitos”.
Cita aqui o absurdo de mais de dois mil celulares terem sido apreendidos
nos presídios. Plácido dá um crédito ao secretário Mauro Albuquerque
que, sem alarde, apaziguou o sistema, o que refletiu no fim dos ataques
criminosos no Estado patrocinados por facções criminosas.
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