Você está em: NACIONAL // Notícia de Fagner Freire // 27 de junho de 2019


O norte-americano Michael Pruitt, 20, viveu o que poucos podem contar. O jovem trabalhava com o pai em uma obra no subúrbio de Detroit, capital do estado de Michigan, nos Estados Unidos, quando foi eletrocutado e sofreu uma parada cardíaca. A equipe de resgate chegou ao local rapidamente e socorreu Michael, que foi declarado morto a caminho do hospital. Vinte minutos depois, ele estava vivo novamente.

Tão logo o rapaz foi socorrido, os paramédicos passaram a utilizar técnicas de reanimação do músculo cardíaco e recorreram ao desfibrilador inúmeras vezes. Ainda assim, Pruitt não respondia aos estímulos. O jovem chegou morto ao Beaumont Hospital, mas a equipe médica insistiu em tentar revivê-lo. "Eles trouxeram este jovem perfeito que não tinha sinais vitais", contou a médica Angel Chudler. "Eu disse ao meu time: 'Estamos trazendo ele de volta'. E então, eu disse a ele: 'É melhor você voltar!’", relembrou a profissional em entrevista à emissora ABC News.

Já no hospital, os socorristas voltaram a usar o desfibrilador em Michael Pruitt. Tentaram uma primeira vez: sem resposta. A equipe aumentou a voltagem do aparelho e tentou uma segunda. Dois minutos depois, o coração voltava a bater.

De acordo com os enfermeiros, o jovem despertou da morte com tanta energia que agarrou as grades da cama e passou a sacudir tudo com força. Foi preciso, também, usar força para segurá-lo.

O jovem transportava uma escada metálica no local de trabalho quando o objeto encostou na fiação. A descarga desceu de imediato e o atingiu. O proprietário rapidamente chamou os bombeiros e chegou a prestar primeiros socorros enquanto eles não chegavam. Segundo o hospital, perguntado do que lembrava, a memória de Michael ia somente até o momento em que a voltagem corria pela escada até o corpo. 

O caso ocorreu em 30 de abril, mas só foi divulgado agora, após Pruitt estar completamente recuperado. "A ressuscitação de Michael é milagrosa. Ele não perdeu nenhuma função cerebral", disse Barbara Smith, diretora de serviços de trauma do Beaumont Hospital. Os únicos ferimentos no homem foram na ponta dos dedos, exatamente por onde a eletricidade deixou o corpo dele. Em entrevista à ABC News, Michael contou que a experiência foi “como nos filmes”, em que o personagem sacode e desmaia, mas com final feliz.

(O Povo)


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