Expectativa do presidente da Fiec é que projeto perdure no mercado local
A campanha Compre do Ceará deverá durar pelo menos seis meses a
partir do lançamento, impulsionando a circulação de mercadorias locais.
Mas para o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Ceará,
Ricardo Cavalcante, a expectativa é que essa iniciativa possa se
consolidar no Estado e que tem apoio de todas as empresas da cadeia
produtiva cearense.
A perspectiva foi apresentada ontem à tarde, na sede da Fiec, durante
o evento de lançamento da segunda fase do projeto, que deverá contar
com peças de divulgação para a população e de incentivo de participação
para os negócios.
Ricardo Cavalcante ainda disse que a campanha tem o objetivo de dar
mais suporte aos pequenos empresários ou às pessoas que estão entrando
agora no mercado, buscando alguma oportunidade durante a crise gerada
pela pandemia do novo coronavírus. Ele afirmou esperar que o Compre do
Ceará possa gerar uma marca positiva no mercado.
"Esse projeto, eu espero que se torne algo que fique marcado, como
dizem as nossas personalidades. E é importante que esse projeto
beneficie o pequeno empresário, aquele que tem só um funcionário, mas
que pode acabar contratando mais um no segundo mês. A gente tem de
fomentar a evolução desses pequenos empresários, porque são eles que
estão se lançando no mercado nesse momento de dificuldade", disse.
Adesão
Já o presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo
do Estado do Ceará (Fecomércio-CE), Maurício Filizola, afirmou que a
expectativa do setor produtivo é a adesão de todas as empresas locais à
campanha. Com foco nas ferramentas de comunicação, o projeto espera
gerar mais engajamento com o tempo, fazendo com que mais empresas possam
aderir ao passo que mais pessoas consumam os produtos cearenses.
Filizola disse que os sindicatos empresariais também terão papel
fundamental no processo.
"A comunicação chegará às empresas pelos sindicatos e também pela
imprensa. Além disso, teremos o site com várias peças que os empresários
possam marcar seus produtos ou empresas com um selo cearense e aí, sim,
a população, vendo isso possa aderir", destacou o presidente da
Fecomércio.
Diário do Nordeste



