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| 'Casa caída' teria sido um dos locais que as crianças estiveram no Maranhão — Foto: Divulgação/ SSP |
Os cães farejadores identificaram que Ágatha Isabelly, Allan Michael e o primo deles, Anderson Kauã, de 8 anos - resgatado no dia 7 de janeiro, estiveram na casa, chamada pelos policiais como "casa caída", localizada no povoado São Raimundo, na zona rural de Bacabal (MA).
De acordo com o secretário de Segurança Pública, Maurício Martins, a casa foi descrita por Anderson Kauã após ser encontrado. A criança teria relatado que, em uma das noites em que estavam desaparecidos, chegou ao local com Ágatha e Allan, deixou os primos na casa e saiu em busca de ajuda. Pouco depois, o menino foi encontrado.
"Tivemos a confirmação pelos cães de que naquele local as três crianças realmente passaram. Ele [Kauã] descreveu aquele local como ele chegou em uma noite com as duas crianças. Foi reconhecido através de fotografia e de objetos como cadeiras, colchão e botas. Os cães farejadores identificaram a presença das três crianças inclusive como o Kauã descreveu, inclusive quem entrou por qual lado da casa. Os três estiveram lá", disse o secretário de segurança, Maurício Martins.
O secretário explicou ainda que os cães farejadores desceram uma região de ribanceira e circularam nas proximidades do lago. Entretanto, até o momento, nenhuma pista das crianças foi encontrada. Com isso, a nova estratégia é aumentar a região das buscas e intensificar os trabalhos em um perímetro maior.
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Os cães farejadores identificaram que Ágatha Isabelly, Allan Michael e o primo deles, Anderson Kauã, de 8 anos - resgatado no dia 7 de janeiro, estiveram na casa, chamada pelos policiais como "casa caída", localizada no povoado São Raimundo, na zona rural de Bacabal (MA). — Foto: Divulgação/ SSP
As buscas pelos irmãos Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4 anos em Bacabal, no interior do Maranhão, entraram no 12º dia nesta quinta-feira. Mais de 500 pessoas entre agentes de forças de segurança e voluntários trabalham nas buscas.
A área de lago começou a ser vistoriada ainda na quarta-feira (14), com varredura feita na mata e no lago e com mergulhadores intensificando os trabalhos nesta quinta-feira.
➡ O lago tem cerca de 300 metros quadrados, com aproximadamente 1 metro e 20 centímetros de profundidade. A expectativa é que, no máximo, em três dias os mergulhadores consigam mapear toda a área do lago.
"Vamos ampliar as buscas nesta região de mata, de fazendas, vamos ampliar buscas também pelo rio e inclusive também com incursões com os cães farejadores. Só vamos nos retirar dessa região quando nós localizarmos as duas crianças", disse o secretário de Segurança Pública do Maranhão, Maurício Martins.
Mergulhadores iniciam varredura em lago durante buscas por crianças desaparecidas em Bacabal — Foto: Reprodução/Romarinho Bacabal
“As nossas equipes começaram atividades também em áreas molhadas, fazendo essa varredura superficial na quarta (14) e, hoje, iniciaremos as atividades de mergulho propriamente ditas”, afirmou o tenente-coronel Cleyton Cruz, do Corpo de Bombeiros, comandante da operação.
Além da operação no lago, as equipes continuam as buscas em trilhas, caminhos e veredas próximas ao povoado, em áreas que podem ter sido percorridas pelas crianças. Nesta etapa, os trabalhos também avançam para a mata mais fechada. Até o momento, não foram encontrados vestígios das crianças.
A operação recebeu reforço de outros estados na quarta-feira (14) com a chegada de sete bombeiros do Pará, com dois cães farejadores e outros cinco bombeiros do Ceará também desembarcaram com mais quatro cães.
(g1)
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