Ceará registra 1.117 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave

Nas últimas quatro semanas todas as regiões do Estado notificaram casos  

Indice é menor cerca de 1.5% ao apontado no boletim publicado anteriormente pela Sesa, que indicou 1.135 casos notificados entre os dias 15 de fevereiro e 14 de março

Nas últimas quatro semanas todas as regiões do Estado notificaram casos

  • Estado apresenta leve queda no número de casos de SRAG
  • Índice é menor cerca de 1.5% ao apontado no boletim publicado anteriormente pela Sesa
  •  Fortaleza (219), Sobral (124) e Maracanaú (87) apresentaram mais casos
  • Grupo etário mais acometido pela síndrome foi o de crianças de 1 a 4 anos de idade
  • O Ceará registrou 1.117 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) entre os dias 22 de fevereiro e 21 deste mês de março, tempo correspondente as Semanas Epidemiológicas 8 e 11. Dados foram divulgados pela Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa), nesta sexta-feira, 27.

    O índice é menor cerca de 1.5% ao apontado no boletim publicado anteriormente pela pasta, que indicou 1.135 casos notificados entre os dias 15 de fevereiro e 14 de março (período que vai da SE 7 a 10). 

    Forma grave de infecção respiratória, a SRAG pode ser provocada por vírus como a influenza, coronavírus, rinovírus, entre outros. De acordo com a Sesa, nas últimas quatro semanas todas as regiões do Estado notificaram casos da síndrome, com destaque para Fortaleza (219), Sobral (124) e Maracanaú (87).

    Municípios que mais registraram casos de SRAG entre os dias 22 de fevereiro e 21 de março:

    • Fortaleza (219)
    • Sobral (124) 
    • Maracanaú (87)
    • Caucaia (49)
    • Quixeramobim (44)
    • Juazeiro do Norte (38)
    • Crato (27)
    • Bela Cruz (25)
    • Iguatu (22)
    • Aquiraz (20)

    Entre as notificações registradas durante esse período, 36,9% foram classificadas como SRAG por influenza, 20,8% como SRAG não especificada, 9,5% como SRAG por outros vírus respiratórios (entre os quais 65,1% foi por Rinovírus), 0,9% como SRAG por Covid-19, e 0,5% como SRAG por outro agente etiológico). Além disso, 31,4% das notificações permanecem em investigação.

    No geral, nas últimas quatro semanas o grupo etário mais acometido pela síndrome foi o de crianças de 1 a 4 anos de idade (22,7%). Do total de casos registrados, 50,5% dos pacientes era do sexo feminino.

    Vacinação no Ceará

    A vacinação contra a influenza no Ceará teve inicio no dia 20 desse mês, contemplando nesse primeiro momento o público prioritário, incluindo crianças de seis meses a seis anos e idosos.

    Fazem parte desse grupo ainda: puérperas e gestante, povos indígenas, comunidades quilombolas, pessoas em situação de rua, trabalhadores da saúde, professores, forças de segurança e salvamento, profissionais das Forças Armadas, pessoas com deficiência permanente, caminhoneiros, trabalhadores do transporte coletivo, trabalhadores portuário, população privada de liberdade, entre outros.

    Campanha de Vacinação iniciou de forma antecipada na unidade federativa, uma vez que o Dia D nacional, que marca o começo da operação de imunização no Brasil, está marcado para acontecer neste sábado, 28.

    Objetivo da mobilização "é imunizar mais de 3,4 milhões de cearenses, com foco na prevenção de casos graves, hospitalizações e óbitos, especialmente entre os mais vulneráveis".

    O Ministério da Saúde (MS) enviou ao Ceará, inicialmente, um lote de 760 mil doses e deve encaminhar novas remessas nas próximas semanas. Fortaleza recebeu 221.310 doses do imunizante. 

    Onde se vacinar?

    Vacinas estão sendo aplicadas nas unidades de saúde dos municípios, obedecendo a cronogramas locais. A população deve consultar a secretaria da Saúde de cada cidade para horários e locais atualizados.

    Já em Fortaleza, além dos 134 postos de saúde da Capital, também é possível encontrar o imunizante nas três unidades do Vapt Vupt (Papicu, Messejana e Antônio Bezerra) e no shopping Iguatemi Bosque.

    O Povo 

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