
De acordo com a Associação Caatinga, organização da sociedade civil que atua na conservação do bioma Caatinga, o tatu-bola perdeu cerca de 50% de sua área de ocorrência natural nos últimos 27 anos e continua sofrendo com desmatamento e caça. Ao ser escolhido como mascote na Copa de 2014, o intuito era debater sua preservação. Houve avanços, mas o cenário ainda preocupa.
G1


