Decon autua 22 lojas de Fortaleza por venda de produtos vencidos e falta de alvará

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Vinte e duas lojas em Fortaleza foram autuadas pelo Programa Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor (Decon), do Ministério Público do Ceará (MPCE). Entre as principais irregularidades encontradas, entre a segunda e a quinta-feira (17), estão a comercialização de produtos vencidos e a falta de documentação obrigatória.

Ao todo, foram fiscalizados cerca de 40 estabelecimentos comerciais localizados em shopping centers e no comércio de rua. Segundo o órgão, as vistorias foram realizadas como parte da programação do Dia do Cliente.

As inspeções abrangeram os segmentos de vestuário, calçados, farmácias, academias, supermercados, eletrônicos e óticas, entre outros.

Durante as visitas, o Decon conseguiu observar a ausência de documentos importantes para o funcionamento dos serviços, tais como:

  • livro de reclamações do consumidor;
  • certificado de conformidade do Corpo de Bombeiros;
  • alvará de funcionamento válido;
  • registro ou licença do órgão sanitário competente.

Ainda conforme o órgão, dois dos estabelecimentos autuados também receberam medida cautelar por colocar à venda produtos com o prazo de validade vencido.

Recomendação

Diante das irregularidades encontradas, o Decon orienta que os consumidores fiquem atentos aos preços e às condições de pagamento, especialmente em épocas festivas, onde há maior movimentação comercial.

O órgão ainda aconselha que clientes observem com atenção o cumprimento das ofertas anunciadas, a disponibilidade do livro de reclamações e do Código de Defesa do Consumidor nos estabelecimentos e o prazo de arrependimento de sete dias para compras realizadas pela internet ou por telefone.

Autuações pela venda de itens estragados

Recentemente, dois estabelecimentos em Fortaleza foram autuados pelo Procon-CE devido à comercialização de alimentos estragados e produtos em estado de decomposição evidente, como carnes, frutas e verduras.

No último mês, a Agência de Fiscalização de Fortaleza (Agefis) atuou na apreensão de duas toneladas produtos alimentícios impróprios para o consumo em um supermercado da Capital, com condições de higiene insatisfatórias, presença de pragas e armazenamento inadequado das mercadorias.

 

(Diário do Nordeste)

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